terça-feira, 23 de julho de 2013

Fernanda
Já cheguei!
Tarde…
Depois, de tanto sofrer.
E minha, Mariazinha conhecer.
Lágrimas, rasgaram meu rosto.
Por ser e não parecer.
Fernanda, penso eu.
Que, já não á estorvilhos.
Tanto lutei, para ser teu irmão.
Tarde, é o que nunca vem…
Eu, ainda consegui chegar…

Obrigada, por saberes esperar.
Sempre a correr
Mais uma partida.
-Que caminho nublado.
Á medida que se aproxima o teu destino...
Os relâmpagos, começam no meu coração!
Que escuridão tão cerrada...
Que porta, tão negra eu já vejo.
Onde vais entrar.
Sem ter a certeza, de quando volto para te buscar.
Que roseira, brava eu irei buscar?
Vida sem cor.
 Quantas vezes já pintei...
Mas basta orvalhar.
 E lá se vai, quanto eu gostava de te desfolhar.
Sem folhas.
 E de caule murcho, mas com um pouco de sol, renascerias radiante.

Que calor!!...
Sentiria no meu coração...