sábado, 23 de maio de 2015

SAUDADE DOS PAIS...

Aqui jazem,dois seres...
Procurando e lutando,
Para que seus filhos,
Pode-sem sobreviver.
Aqui vieram parar
E até morrer...
Que distância,da sua terra natal.
Onde um dia,nasceram e cresceram.
Sonharam até ali seus filhos,
Ter amar e morrer...
Mas a França a vida os trouxe...
Para aqui melhor viverem,
E padecerem...
Reconheço como filha,
E por tanto amor lhe ter.
Eu Fernanda,a saudade,
de seus filhos,
Como da terra que os viu nascer,
Que saudade de nós e de tudo...
Ao morrer devíeis ter...
Por isso,mesmo na eternidade,
Vos amarei...
Meu Pai minha mãe...
Já mais vos esquecerei...

quarta-feira, 20 de maio de 2015

O VENTO ME LEVOU...

O vento me levou,
À porta da tristeza,
Me deixou...
Não sei que dizer...
Farto de viver,
Que ando eu aqui a fazer!!?,
Já fui santo,
Hipócrita também...
Depois de tantos erros
E virtudes...
Erros  quase rectificados...
Não me resta ninguém...
Por mim ninguém chore...
Pois, minha mãe,já morreu,
Já mais,chorarei por alguém.
Nu como sempre,morrerei,
Sem as vestes de alguém...

quarta-feira, 13 de maio de 2015

A LUZ VEM...

Tudo tem sentido na vida.
Uns morrem,outros vivem,
Outros ficam mancos.
Um conheci!!
Humilde de grande gabarito.
Manco,mas sabendo ser,
E até o que dizer.
Todos o desprezaram.
Eu o compreendi...
Na mesma ratoeira,
Eu cai...
Sorte a minha,
Mesmo a dormir...
Acordei e fugi.
Assim é a vida de quem,
Na maldade dos outros caí.
Esquecendo-se de si próprio.
A luz vem e é assim,
Que os mata-mos também...

terça-feira, 12 de maio de 2015

FIM EM COMBRAND...

Mais uma viagem,
Sem destino.
Que pena tenho de partir.
Sem uma família,conseguir.
Sina de quem tem,
A alma vazia...
Nunca a encherá,
Até sua alma perderá.
Símbolo da insignificância.
Luto da vida.
Semente perdida.
Só a morte o fará parar.
Porquê tanto esperar?!
Morte maldita.
Matas quem ama,
E até família tem.
Que faço eu aqui?
Sem ter alguém.
Sem que ninguém
Precise de mim.
Sou uma flor caída,
No vosso jardim...