quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

A Terra que me acolheu

Oh casa terna e meiga que me acolhes.
Gente simples onde o poeta entra, sem que passe a sua mensagem, abençoada gente que nada diz.
Que paz nos dá a Maçã.
Não a maçã que vos pensais mas a "maçã verde".
Que gente humilde e amiga.
Quem és? De onde vens?
Ninguém pergunta.
Sentado numa mesa, onde todos falam e nada dizem.
Sou feliz aqui!
Estou só, mas tenho a compreensão da verde maçã, como viajante ou simples cliente.
Vinde... a paz aqui prospera!
Vem sentir a liberdade em casa alheia.


Sem comentários:

Enviar um comentário