Tenho pés leves, pernas de gaivota, braços de arame.Que elastecidade a minha!
Que felicidade...
Dizes tu !
Pois eu vos digo que de nada isso me vale.
As minhas entranhas são pesadas, o meu coração é de pombo.
Pena é porque é ele que me dita tudo, que eu escrevo e penso. Melhor seria se eu vivesse sem esse peso.
Que me dá o sabor amargo da vida.
Com os meus membros vivia bem, mas a máquina que os faz funcionar, pesa toneladas.
Quantas vezes me apetece sangrar o meu peito .
Sem nada ter...
Mas ser feliz.
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