Que triste condição de vida.
Toda a minha sorte depende de alguém, mas por dá cá
aquela palha se esquece de mim e me projeta, no espaço, sem dó, como se fosse
um balão cheio de oxigénio, que sobe no espaço e á medida que sobe se acha graça
e alivio.
Este já foi, vamos comprar outro, pois o dinheiro que faz
falta ao balão é aquilo que menos nos importa, porque disso temos nós.
Quanto eu gostava de uma sociedade que compreendessem
aqueles que precisam e são humildes, não os rudes, os hipócritas, os mal
feitores, os estúpidos e mal educados, mas sim os humildes e os que amam o seu
próximo.
Se alguém puder, que ajude este pobre coitado, que nada
fica a dever a ninguém, como o amor, amizade e a consideração.
