sexta-feira, 6 de julho de 2012

Bote D/ ouro


  Oh casa terna e meiga que me acolhes.
Gente simples onde o poeta entra, sem que passe a sua mensagem, abençoada gente que nada diz.
Que paz nos dá o Flávio.
 Não o Flávio que vós pensais.
 Mas o Flávio do bote D/ouro.
 Que gente humilde e amiga .
Quem és? De onde vens? Ninguém pergunta.
Sentado numa mesa, onde todos falam e nada dizem.
Sou feliz aqui! Estou só, mas tenho a compreensão do Flávio e sua irmã.
 Como viajante ou simples cliente.
Vinde... a paz aqui prospéra!
Vem sentir a liberdade em casa alheia.


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