Porquê, porquê…
Cortar a felicidade de uma criança.
Quando até é seu filho…
Maldita sejas, que de rasto andes como uma cobra.
Cuspida sejas no rosto, para sentires o desprezo.
Daqueles que amam alguém.
Não digo mais, o que já vi chega.
Nem palavras, consigo arranjar para te definir…
A morte para ti seria uma virtude.
Não te precaveste como cadela pariste.
Triste sina a tua…
Um dia irão crescer
e reconhecer.
Do ser insensível
de onde nasceram.
Nem uma palavra, irás receber em troca.
Pois tanto os fizeste sofrer.
Que jamais te irão querer ver.
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