quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

JOSUÉ


Histórias, versos e até canções já ouvi muito.
Mas que me toca-se como esta realidade não.
Emigrante inicia seu trabalho.
Não esqueceu sua mulher.
Que do outro lado do atlântico deixou.
A saudade de quem ama não tem lei.
Saudoso, sua mulher e filhas mandou vir.
Para seu espanto e como cordeiro manso.
Sua mulher au seu País teve que devolver.
Suas filhas também.
Resta neste País desconhecido.
Josué, com tanto desgosto.
Não sei como ainda anda em pé.
Sina de partir e á humildade.
Do seu País regressar.
Sem que lhe deiam tempo.
De alguma coisa daqui levar.

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