Quanto já perdoei...
E não sou perdoado,
Por coisas,
Tão pequenas e simples.
Sou julgado e ao lixo atirado.
Quem me dera,nem sentimentos ter.
Dizer amo,sem amar.
Dizer sim,com vontade de dizer não.
Pela minha franqueza,
Sou atirado ao chão.
Quem me dera ser um palhaço,
Sorri com vontade de chorar,
Porque está a trabalhar e não a amar.
Erros que eu cometa,
Do tamanho de uma formiguinha,
Na cabeça de alguém:
-Que elefante, que monstro!!
Vou arranjar quem me ensine,
A viver do parecer.
Se conseguir serei feliz.
Porque vou ser falso.
Se um dia alguém encontrar.
Vou dizer:
-Que bom te conhecer e amar
Mesmo sem amar.
É esta a realidade de hoje.
Assim ides vivendo,até vos esqueceis
Que estais morrendo.
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