Estava pendurado,
Sem esperança.
Mas a amar,quem passava.
Sem ser amado...
Até que um dia,
Uma Raposinha passou
Em mim reparou e me libertou.
Chamou-me de Coelhinho...
Que força senti...
Caminhei,caminhei...
Até que de novo a encontrei.
Vestida de coelhinho,
No seu ninho.
Surpreso pensei:
-Serei eu a Raposinha?
E tu a coelhinha?
Que confusão!!!!....
Até que de novo,nos encontra-mos.
Sorrimos,nos olhamos,
Até brincamos...
E hoje nos ama-mos...
Mesmo pendurados,
Nunca perdeis a esperança
Vosso dia está traçado
Para quem tem fé
Pois quem tem fé
Sempre alcança...
Adorei este poema tão real ,tão intenso mesmo com a descontração do autor ,que com humor o escreveu
ResponderEliminarBjs
Obrigada Belinha este é nosso
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