Luz
de esperança, de um dia sair.
Assim
me vai acontecer.
Se alguém me roubar o amor.
Que eu tenho de verdade, não de parecer.
Dentes
hão-de ranger, gargantas a soluçar.
Passareis
a ser estrume, de quem ninguém se vai lembrar.
Mão
afiada, hei-de eu ter.
Para rasgar o vosso ventre.
Para
que nunca mais rebente.

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