Que medo eu tenho de aí ir parar.
como tu aí hoje foste parar.
O hábito faz o monge, como essa gente, que aí trabalha.
Embora com sentimentos, mas largando a vida dos outros,
da mão.
Casa branca, negra por dentro!!
Onde muitas vezes, se dá o ultimo suspiro.
Não ma gabeis, nem que seja para tratar um simples
espirro.
Casa onde ao entrar, se sente o cheiro próprio.
Do sofrimento e dor.
Onde nem escapa o próprio Doutor.
Oxalá que te levantes e sai-as pelo próprio pé.
Para dares alegria ao poeta, que se chama José.

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