Que
saudade eu tenho.
Do
tempo que corria e saltava.
Com
consideração e respeito.
Mas
sem que ligasse ao órgão principal:
- Que
trago no peito.
Tanto
o fiz sofrer, que hoje até chega a doer.
Onde
eu andei, já nem eu sei!!
Gasto
e sem qualquer valor.
Aqui
estou eu sentado, como um simples escritor.
Sentado
em qualquer torpeça.
Banco
de pau tripé.
Era
aí que se sentia bem o Zé.
Hoje
trôpego.
Como a tropeça, há espera de morrer.
Como
a sua madeira bichosa á espera que alguém a esqueça...
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