Deixai
que eu viva mais um pouco.
Eu
sei que ao ribeiro, vou parar e me afogar.
Para
que, quero o mar?
Quando
não necessito, de tanta água.
Não
sabeis, que uma gota é suficiente?
Para
quem quer morrer.
E livrar-se, desta gente.
Que
mesmo sem água.
Me apoquenta e me faz perder a mente.
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