sábado, 17 de novembro de 2012

NO LLIMITE...


Quantas lágrimas já chorei.
Ao longo da minha vida…
Quando é que esta circunstância acaba?
Para que não chore mais!!
Dias negros, noites de luar, sem estrelas.
Para que possa passar o tempo a conta-las.
Já não sou ninguém.
Que faço eu aqui?
Pena é, que não possa substituir, a ida de outros.
Que até são felizes e partem.
Pois a minha partida.
 Nem necessitava de mordomias.
Nem saudade deixa a alguém.

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