terça-feira, 16 de abril de 2013

AUSÊNCIA


A ausência, também a mim me faz mal.
Habituamo-nos a seres e lugares.
Mas quando por prazer.
Tudo é fácil até se goza.
Com os sentimentos, dos outros seres.
Senti-me obrigado, a esclarecer a minha ausência.
Mas não o pude fazer.
Perguntas tu porquê?
Eu te respondo:
-Sacrificado pelo mal, meu corpo foi.
Para mim, longo tempo, para vós trinta dias.
Já voltei e consigo ver aquele caminho.
Que ao acordar, revivi com carinho.
 Caminho de durar.
Pois já deixei a medicação.
Tudo por uma simples operação.
Onde o meu corpo não foi rasgado, mas estimado.
Já vivo, já sou eu.
 Pena, eu tenho ter sido abandonado.
 Por quem vivi e até amei quando conheci.
Mas como vedes já estou aqui.

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