Desde a perfumância do teu ser.
À alegria de criança,conheço bem.
Teu amor e alegria de viver...
Eu já velhinho nunca me cansarei.
De sobre ti escrever.
Palavras banais e de responsabilidade também
Tu já ouviste deste ser.
Que para sempre,como avô te ade amar e querer.
Luz dos meus olhos,onde eu pouso meu coração.
Vejo-te a brincar.
Com o pescoço dobrado para mim a olhar.
Como quem diz:
-Gostastis?
Simplicidade,pura ingenuidade de uma criança
Que não se preocupa com a idade.
Perto era longe ...
Hoje que distância!!
Tanta fronteira e eu sem te ver.
Sentindo a amarga e dura recordação.
Que de negro pinta meu coração.
Irei ao teu encontro de mãos a abanar.
Mas meu Quiquinhote,te garanto que te irei abraçar.
Espera avó pois a ti também abraçarei.
É a mulher,que amo e sempre amarei.
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