Sinto-me como um peixe,à superfície da água
Com a boca aberta
Águas poluídas,tal qual a sociedade
Que nos polui e afoga,com a sua maldade
Circulando à procura de oxigénio,aqui ando eu
Não sei se consigo,sinto o cerco a apertar
Será que meus pulmões,vão aguentar?
Quem me dera.
Para na hipocrisia poder entrar
Sem necessidade até de respirar
Vos garanto,que a seguir vivia bem
Até passava por alguém
Sinto falta de oxigénio,não consigo respirar
Vou para sempre me isolar
Para deste mundo,mal feitor me libertar
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