Uma gota de água,como uma lágrima
Cai numa simples flor
A sua pétala liberta essa lágrima
Em função do prazer e do tempo
Que ela precisa,para ser feliz
A vida também é uma lágrima
Que assenta numa pedra lisa,ou rugosa
Demora mais ou menos a ter o seu fim
Sorte a tua,se a tua lágrima da vida
Cai na racha rugosa
Mais tempo tens a percorrer
Mas para mim,melhor seria
Que a minha tivesse caído na rocha lisa
Nascia era abençoado até baptizado
E a seguir morria.
Assim não tinha passado pelo tormento
Que me trouxe este dia
Cheio de tristeza e agonia
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
UM SER...
Aparência de rude
Coração de pombo.
Mas por mais rude que pareça
Sente como vós,ama como vós.
É um ser...
Pobre de alguns seres!
Amam, quem não os ama
Sonham com quem não sonha com eles
Fartos de dar,sem nada receber.
Pobre dos que dão...
Morrem na miséria
Sem que alguém
Por eles ao morrer
Tenha tido consideração
Pois nem ao seu funeral vão
Coração de pombo.
Mas por mais rude que pareça
Sente como vós,ama como vós.
É um ser...
Pobre de alguns seres!
Amam, quem não os ama
Sonham com quem não sonha com eles
Fartos de dar,sem nada receber.
Pobre dos que dão...
Morrem na miséria
Sem que alguém
Por eles ao morrer
Tenha tido consideração
Pois nem ao seu funeral vão
domingo, 10 de novembro de 2013
UM BEIJO UM DESEJO...
Não é fácil adivinhar
O que vai dentro de dois seres.
Somos,fáceis de cair
Um beijo,um desejo...
Com espaço e até direito a um abraço
Sem que nenhum pense
Que pode cair num embaraço
Ana assim caiu no meu coração
Com sentimento e emoção
Para mim viver,pode não ser uma emoção
Mas acalmia deste ser dá satisfação
Tanto temos dito,tanto fica por dizer!
Não haverá adeus.
Pois nossos corações
Foram,abençoados por Deus.
O que vai dentro de dois seres.
Somos,fáceis de cair
Um beijo,um desejo...
Com espaço e até direito a um abraço
Sem que nenhum pense
Que pode cair num embaraço
Ana assim caiu no meu coração
Com sentimento e emoção
Para mim viver,pode não ser uma emoção
Mas acalmia deste ser dá satisfação
Tanto temos dito,tanto fica por dizer!
Não haverá adeus.
Pois nossos corações
Foram,abençoados por Deus.
INICIO DO FIM
Deitados,numa cama estreita
De roupas brancas.
Onde a privacidade não existe!
Quando correm as cortinas
Ouvis,palavras de conforto...
Mas quando fecham,é aí
Que vos apercebeis
Que estais perto do fim
Mesmo assim alguém diz:
-Hoje,está com melhor aspecto.
(Mesmo que não esteja)
E eu,mesmo ao lado,de cortinas fachadas
Sem que alguém venha e por mim pergunte!!
(Mas há sempre um curioso,que espreita e diz):
-Já da outra vez,aqui estava,não tem alguém?
Com voz tremula eu respondi:
-Ninguém é de ninguém.
As minhas visitas,
Vêem quando eu durmo.
Porque nos meus sonhos,eu sou eu
Consigo ver quem eu quero e ser visto.
Não sei se estou perto de partir
Mas se partir parto a pensar no bem
À cova funda vou ter
Na esperança de minha mãe
Voltar abraçar e ver...
De roupas brancas.
Onde a privacidade não existe!
Quando correm as cortinas
Ouvis,palavras de conforto...
Mas quando fecham,é aí
Que vos apercebeis
Que estais perto do fim
Mesmo assim alguém diz:
-Hoje,está com melhor aspecto.
(Mesmo que não esteja)
E eu,mesmo ao lado,de cortinas fachadas
Sem que alguém venha e por mim pergunte!!
(Mas há sempre um curioso,que espreita e diz):
-Já da outra vez,aqui estava,não tem alguém?
Com voz tremula eu respondi:
-Ninguém é de ninguém.
As minhas visitas,
Vêem quando eu durmo.
Porque nos meus sonhos,eu sou eu
Consigo ver quem eu quero e ser visto.
Não sei se estou perto de partir
Mas se partir parto a pensar no bem
À cova funda vou ter
Na esperança de minha mãe
Voltar abraçar e ver...
ACORDAR OU...
Deitado não durmo!!
De pé adormecido eu ando
Deitado a dormir estou acordado
De pé adormecido
Que ilusão,ou não!
De pé sou hipnotizado,por palavras vãs
Sem pensar entro no embalar.
Mas quando me deito
São bolhas de azeite,na água.
Pena,eu tenho de nada ver...
Ter conversado com alguém
Pensando que era um ser
De amor e não de parecer
Pois meu coração,fez doer
Ainda hoje não sei.
Se acordar,ou adormecer.
De pé adormecido eu ando
Deitado a dormir estou acordado
De pé adormecido
Que ilusão,ou não!
De pé sou hipnotizado,por palavras vãs
Sem pensar entro no embalar.
Mas quando me deito
São bolhas de azeite,na água.
Pena,eu tenho de nada ver...
Ter conversado com alguém
Pensando que era um ser
De amor e não de parecer
Pois meu coração,fez doer
Ainda hoje não sei.
Se acordar,ou adormecer.
domingo, 3 de novembro de 2013
O QUE EU SOU:
Para os que me vêem
Sou invisível
Para os que não me vêem
Sonho impossível
Os que tentam me decifrar
Vão-se frustrando.
Ora equilíbrio,ora pendo-lo de balança.
Assim segue o poeta incógnito
Não sendo conhecido por ninguém
Apenas seguindo o instinto,
De se reinventar
Em cada poema,em cada escrito
Em cada folgo,de inspiração
Em cada lampejo no coração.
De quem ama a arte
De escrever,de criar e imaginar.
As impossibilidades,possíveis.
Sou médico etc.às vezes monstro
Como duas faces,da mesma moeda
Da euforia à tristeza abissal
Do amor quente e sublime
À inquietude,da solidão Árctica
Assim é o poeta que se reinventa
Não é frio nem quente
É apenas gente
Com vontade de amar e sonhar...
Sou invisível
Para os que não me vêem
Sonho impossível
Os que tentam me decifrar
Vão-se frustrando.
Ora equilíbrio,ora pendo-lo de balança.
Assim segue o poeta incógnito
Não sendo conhecido por ninguém
Apenas seguindo o instinto,
De se reinventar
Em cada poema,em cada escrito
Em cada folgo,de inspiração
Em cada lampejo no coração.
De quem ama a arte
De escrever,de criar e imaginar.
As impossibilidades,possíveis.
Sou médico etc.às vezes monstro
Como duas faces,da mesma moeda
Da euforia à tristeza abissal
Do amor quente e sublime
À inquietude,da solidão Árctica
Assim é o poeta que se reinventa
Não é frio nem quente
É apenas gente
Com vontade de amar e sonhar...
sábado, 2 de novembro de 2013
SE PARTIR...
Se um dia partir
Sem que nada diga
Não chores,minha ausência
O meu amor será eterno
Permanecerá na sua essência
Se a solidão de ti se apoderar
Tenta-a aliviar,nem que para isso
Um café tenhas que ir tomar
E no café alguém encontrar
Com quem desabafar
Mas melhor será,recordar
Os bons momentos que passamos
Como a doçura de um bom bombom
Que com tal doçura,
Nosso cérebro alivia,
Proporcionando prazer e alegria
Sê feliz,enquanto eu não chegar...
Mas se não chegar...
Espero no céu te encontrar
E um beijo de reencontro e amor te dar
Tenho o coração dorido...
Mas só eu tenho que o aturar
Pois fui eu que parti
Sem sequer,em mim pensar.
Sem que nada diga
Não chores,minha ausência
O meu amor será eterno
Permanecerá na sua essência
Se a solidão de ti se apoderar
Tenta-a aliviar,nem que para isso
Um café tenhas que ir tomar
E no café alguém encontrar
Com quem desabafar
Mas melhor será,recordar
Os bons momentos que passamos
Como a doçura de um bom bombom
Que com tal doçura,
Nosso cérebro alivia,
Proporcionando prazer e alegria
Sê feliz,enquanto eu não chegar...
Mas se não chegar...
Espero no céu te encontrar
E um beijo de reencontro e amor te dar
Tenho o coração dorido...
Mas só eu tenho que o aturar
Pois fui eu que parti
Sem sequer,em mim pensar.
SOLIDÃO...
É na solidão
Que nasce a saudade
O desejo de ter.
Quando já se não tem.
Nem um simples beijo
Ou abraço,de quem se já teve
E não tem.
É ter sempre saudade,
De um gesto esquecido
Que nos foi dado por alguém.
É a solidão que nos trás
A pura realidade
Da melancolia
De uma triste poesia.
Que transformada em canto
Nos trás a saudade
Numa simples melodia.
É a perca do amor,da paixão
Da alegria e da beleza
Que meu coração,
Já transportou um dia.
No tempo.
Que o sol para ele sorria.
Que nasce a saudade
O desejo de ter.
Quando já se não tem.
Nem um simples beijo
Ou abraço,de quem se já teve
E não tem.
É ter sempre saudade,
De um gesto esquecido
Que nos foi dado por alguém.
É a solidão que nos trás
A pura realidade
Da melancolia
De uma triste poesia.
Que transformada em canto
Nos trás a saudade
Numa simples melodia.
É a perca do amor,da paixão
Da alegria e da beleza
Que meu coração,
Já transportou um dia.
No tempo.
Que o sol para ele sorria.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
MAIS UMA VEZ...
Regresso com tristeza
Da,terra do além
Pensava lá encontrar alguém
Mas não encontrei ninguém
Pobre de mim.
Que vivo neste vai e vem
Melhor será parar e pensar
Pois só assim,poderei vir a amar
Mais uma viagem finalizada
Mais uma viagem fracassada.
Quanto eu gostava de saber
Se ainda vou encontrar
Minha amada.
A hipocrisia é igual à mentira.
Fui ludibriado.
Mas mesmo sem nada
De cara erguida ainda aqui estou
Pobre dos falsos,que mesmo sorrindo
São mais tristes,do que aquilo que eu sou
Da,terra do além
Pensava lá encontrar alguém
Mas não encontrei ninguém
Pobre de mim.
Que vivo neste vai e vem
Melhor será parar e pensar
Pois só assim,poderei vir a amar
Mais uma viagem finalizada
Mais uma viagem fracassada.
Quanto eu gostava de saber
Se ainda vou encontrar
Minha amada.
A hipocrisia é igual à mentira.
Fui ludibriado.
Mas mesmo sem nada
De cara erguida ainda aqui estou
Pobre dos falsos,que mesmo sorrindo
São mais tristes,do que aquilo que eu sou
IMIGRANTE
Que pena eu tenho
Que a vós,do imigrante
Não seja ouvida
Pequenino,como uma formiga
Nunca se dá,como vencido
Formiguinha,errante
Assim é o nosso imigrante
São o fruto de tanta luta
Sempre na esperança de à terra voltar
Sem que lhes deão,apoio ou razão
Até promessas fazem,à Sª Conceição
Para a esperança mais alimentar
De um dia em definitivo
Com um sorriso,à sua terra voltar
E poder dizer,que o seu sonho
Acabou de realizar
Que a vós,do imigrante
Não seja ouvida
Pequenino,como uma formiga
Nunca se dá,como vencido
Formiguinha,errante
Assim é o nosso imigrante
São o fruto de tanta luta
Sempre na esperança de à terra voltar
Sem que lhes deão,apoio ou razão
Até promessas fazem,à Sª Conceição
Para a esperança mais alimentar
De um dia em definitivo
Com um sorriso,à sua terra voltar
E poder dizer,que o seu sonho
Acabou de realizar
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