Para os que me vêem
Sou invisível
Para os que não me vêem
Sonho impossível
Os que tentam me decifrar
Vão-se frustrando.
Ora equilíbrio,ora pendo-lo de balança.
Assim segue o poeta incógnito
Não sendo conhecido por ninguém
Apenas seguindo o instinto,
De se reinventar
Em cada poema,em cada escrito
Em cada folgo,de inspiração
Em cada lampejo no coração.
De quem ama a arte
De escrever,de criar e imaginar.
As impossibilidades,possíveis.
Sou médico etc.às vezes monstro
Como duas faces,da mesma moeda
Da euforia à tristeza abissal
Do amor quente e sublime
À inquietude,da solidão Árctica
Assim é o poeta que se reinventa
Não é frio nem quente
É apenas gente
Com vontade de amar e sonhar...
Sem comentários:
Enviar um comentário