Pobre de quem é pobre
E bate à porta do nobre.
Para pedir uma côdea de pão.
E ele bate-lhe com a porta na cara
Como que se fosse um cão.
Ainda me lembro,do olhos alegres
De minha mãe.
Quando dava alguma coisa a alguém.
Sua modéstia lhe dava alegria.
Pois quando dava,não olhava para o lado
Para ver se alguém via.
Coração nobre,de extrema beleza.
Era a Maria Do Amparo.
Com toda a sua natureza.
Mãe deste ser.
Que mesmo a amando,tantas vezes
Não a soube compreender.
Hoje a recordo e choro de emoção.
Por isso a transportarei para sempre
No meu coração.
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