Pensando ser alguém
O tempo passou.
Reconheci, que não era ninguém.
Por conveniência,amigo.
Por outra conveniência,amado.
Tudo vi,sem nada dar a perceber...
Como palhaço,fui andando.
Sempre na conveniência,..
Desse ser.
Apercebi-me e bem,
Do uso que de mim fazia.
Pensava ela:
_Que labrego,que consolação.
Mas eu não tinha que parecer,
Bem ou mal...
Pois ninguém me conhecia...
De frente ou de lado.
Até de cu para canto.
Não me fez diferença.
Ser espantalho,sem encanto.
Podiam ter sorrido de mim.
Mas mais dela,
Porque usou um ser,
Para parecer....
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