Toda a gente de passagem.
A multidão também.
O viu e nele reparou...
Um até para trás olhou!!
Caminhou,caminhou...
Sem um cêntimo no bolso.
Num café entrou.
Café cheio,mas viu uma mesa,
Com um lugar vazio.
Pediu licença,
E de frente dos outros se sentou.
(olharam para ele,com olhos de ver.)
Estava bem aparentado,
Porque o ultimo fato
Ainda durava.
Pediu um café...
Começou a apalpar os bolsos.
Sabendo ele que nada levava.
Mas logo disseram:
-Nós pagamos o café.
Vê-se bem que é homem de poder e bem.
Sê levantou,caminhou,caminhou...
Depois de tanto pensar,se enforcou.
Sua vida terminou...
Deixou uma carta no bolso,que dizia:
Tanta gente ao longo da via ajudei,
Até amei...
Quando a onda amarga da vida me possuiu,
Me esmagou e esfarrapou.
Deixaram de me ver e em mim reparar.
Para ser mais fácil ao lixo,me atirarem.
Escolhi a morte,para desta gente me livrar.
Amais um ser,como um cão,um gato até coisas inertes.
Talhais e limpais uma planta velha.
Para que rejuvenesça e bonita pareça.
Um ser humano,com dor e mal aparentado.
Para vós é um espantalho.
No chão deitado e abandonado...!!!
gostei
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