Perdi minha vida.
Esqueci-me,de morrer.
Como qualquer homem,
Assustado.
Guardo lembranças,
No meu interior.
De uma vida ferida.
Eu sei, que hoje estou triste.
Engulo palavras,
Duras de mais,para dizer...
Se voltar a derramar,
Uma só lágrima...
Estarei longe e arruinado.
Eu preciso de alguém,
Longe de este inferno.
O meu céu está cinzento,
Ou preto,já nem sei...
Preciso de alguém,
Que não vá embora.
Que não diga adeus...
Porquê,porquê esta mágoa!!??
Quem poder que a tire de mim....
domingo, 18 de março de 2018
sábado, 17 de março de 2018
HISTÓRIA REAL DE UMA VIDA...(ZEIVE Bragança)
Mãe,eu já compreendia...
Sem poderes,partiste um dia.
Tudo deixas-te,
Para nosso pai,acidentado,
A Espanha ires ver.
Com uma criança,
Pela mão,partiste.
Tanto sofreste,mãe,
Até como mendiga,
Abrigo pediste.
Minha querida mãe,
Mas conseguiste...
Que amor o teu por alguém!!!
Ainda bem...
Atravessas-te a fronteira,
Sem teres carteira.
Com umas simples socas de madeira.
Ao atravessar um rio,
As socas caíram.
Alguém viu e as socas salvou.
Assim e mais confortável,
Minha mãe caminhou.
E ao destino chegou.
E com seu filhinho...
O nosso pai abraçou....
Autora:- Elisa Figueiredo e Na Alma do Poeta
Sem poderes,partiste um dia.
Tudo deixas-te,
Para nosso pai,acidentado,
A Espanha ires ver.
Com uma criança,
Pela mão,partiste.
Tanto sofreste,mãe,
Até como mendiga,
Abrigo pediste.
Minha querida mãe,
Mas conseguiste...
Que amor o teu por alguém!!!
Ainda bem...
Atravessas-te a fronteira,
Sem teres carteira.
Com umas simples socas de madeira.
Ao atravessar um rio,
As socas caíram.
Alguém viu e as socas salvou.
Assim e mais confortável,
Minha mãe caminhou.
E ao destino chegou.
E com seu filhinho...
O nosso pai abraçou....
Autora:- Elisa Figueiredo e Na Alma do Poeta
sexta-feira, 16 de março de 2018
Na Alma do Poeta: ZEIVES,ALDEIA TRANSMONTANA. (BRAGANÇA)
Na Alma do Poeta: ZEIVE,ALDEIA TRANSMONTANA. (BRAGANÇA): Eu,Elisa Figueiredo. Numa aldeia,pequenina, Nasci,Zeives,seu nome. E assim a descrevi: -Na minha terra,o verde predomina. Com seus cast...
ZEIVE,ALDEIA TRANSMONTANA. (BRAGANÇA)
Eu,Elisa Figueiredo.
Numa aldeia,pequenina,
Nasci,Zeives,seu nome.
E assim a descrevi:
-Na minha terra,o verde predomina.
Com seus castanheiros...
E outras árvores,até de outros frutos.
Numa natureza,sem fim.
Terra genuína.
De gente simples!!
Mas robusta...
Zeives,Zeives,
Quem aqui nasceu,
Nunca te esqueceu...
Como o canto,da água
Deste ribeiro manso.
Água límpida,onde nos debruçamos,
Tantas vezes,para a cede matar.
E até os pés lavar...
Tudo isto dá prazer,de saborear.
E o nosso coração,consolar.
Para todo sempre,esta terra amada
Numa aldeia,pequenina,
Nasci,Zeives,seu nome.
E assim a descrevi:
-Na minha terra,o verde predomina.
Com seus castanheiros...
E outras árvores,até de outros frutos.
Numa natureza,sem fim.
Terra genuína.
De gente simples!!
Mas robusta...
Zeives,Zeives,
Quem aqui nasceu,
Nunca te esqueceu...
Como o canto,da água
Deste ribeiro manso.
Água límpida,onde nos debruçamos,
Tantas vezes,para a cede matar.
E até os pés lavar...
Tudo isto dá prazer,de saborear.
E o nosso coração,consolar.
Para todo sempre,esta terra amada
Por nós será recordada...
Autora:-Elisa Figueiredo (Zeive,Bragança) e Na alma do poeta.
Autora:-Elisa Figueiredo (Zeive,Bragança) e Na alma do poeta.
ELISA PADEIRINHA DE ZEIVE (Bragança)
Ainda as pernas,
Não me tremiam...
Para Espanha,aí ia eu.
Como padeirinha.
Vender meu pão.
Muitas vezes a venda,
Não sorria...!!
Para casa,algum trazia.
Trabalho,dor no coração.
Por não ter vendido,
Todo o pão...
Hoje sou reconhecida,
Até estimada.
A vida da padeirinha sorriu...!!
Antes com tanta mágoa,
Até pelo caminho chorava.
Mas já não chora mais...
Venceu é adorada.
Até por um poeta,
É amada...
Autora:-Elisa Figueiredo (Zeive, Bragança)
Não me tremiam...
Para Espanha,aí ia eu.
Como padeirinha.
Vender meu pão.
Muitas vezes a venda,
Não sorria...!!
Para casa,algum trazia.
Trabalho,dor no coração.
Por não ter vendido,
Todo o pão...
Hoje sou reconhecida,
Até estimada.
A vida da padeirinha sorriu...!!
Antes com tanta mágoa,
Até pelo caminho chorava.
Mas já não chora mais...
Venceu é adorada.
Até por um poeta,
É amada...
Autora:-Elisa Figueiredo (Zeive, Bragança)
sexta-feira, 9 de março de 2018
BEATRIZ...
Hoje te conheci.
A tua imagem vi.
Não sei descrever,
O que senti.
Meu coração!!
Ficou apertado.
Mesmo sabendo
Que por ti
Não sou amado.
Beatriz,Beatriz.
Como estou feliz.
Parece-me impossível,
Te conhecer.
Não sei,mas espero
Contigo vir a viver.
Amar e te respeitar.
Uma vida nova começar...
A tua imagem vi.
Não sei descrever,
O que senti.
Meu coração!!
Ficou apertado.
Mesmo sabendo
Que por ti
Não sou amado.
Beatriz,Beatriz.
Como estou feliz.
Parece-me impossível,
Te conhecer.
Não sei,mas espero
Contigo vir a viver.
Amar e te respeitar.
Uma vida nova começar...
quinta-feira, 8 de março de 2018
NEIDY...
Quem me dera,
Neste Hospital de CHOLET
Me apagar,só assim,
Tua imagem apagaria.
Mulher,que amei um dia.
Tal como hoje amo,
De noite ou de dia.
Mas a dor física e psicológica
Acompanhada da solidão.
De mim se apoderou.
Fiquei só...
Sem a mulher que amo.
E que me amou...
E que sempre me respeitou.
Neste Hospital de CHOLET
Me apagar,só assim,
Tua imagem apagaria.
Mulher,que amei um dia.
Tal como hoje amo,
De noite ou de dia.
Mas a dor física e psicológica
Acompanhada da solidão.
De mim se apoderou.
Fiquei só...
Sem a mulher que amo.
E que me amou...
E que sempre me respeitou.
quarta-feira, 7 de março de 2018
Na Alma do Poeta: À MINHA MÃE... (MARIA DO AMPARO)
Na Alma do Poeta: À MINHA MÃE... (MARIA DO AMPARO): O nosso tempo na terra, Pode ter chegado ao fim, Mas me conforta saber, Que um dia te verei,novamente. Qualquer momento contigo, Foi mu...
À MINHA MÃE... (MARIA DO AMPARO)
O nosso tempo na terra,
Pode ter chegado ao fim,
Mas me conforta saber,
Que um dia te verei,novamente.
Qualquer momento contigo,
Foi muito curto.
Eu valorizei cada risada,
Cada lágrima e cada abraço.
Que partilhamos...
Enquanto estiveste aqui.
Continuas a viver,
Através de cada pessoa,
Que neste mundo te amou.
Que passou por tua vida
E te respeitou...
Pode ter chegado ao fim,
Mas me conforta saber,
Que um dia te verei,novamente.
Qualquer momento contigo,
Foi muito curto.
Eu valorizei cada risada,
Cada lágrima e cada abraço.
Que partilhamos...
Enquanto estiveste aqui.
Continuas a viver,
Através de cada pessoa,
Que neste mundo te amou.
Que passou por tua vida
E te respeitou...
SOL. SOL...
Sol,sol...
É para lá que eu vou.
Estou farto da noite e nevoeiro.
Que me fatiga a mente.
Sol,sol,espera por mim.
Só me resta partir.
Demora pouco,acredita.
Sol ,sol...
Que luz que prazer,
De novo te ver, ao amanhecer.
Contigo ficar todo dia.
Passar dias de alegria.
Sol,sol,espera.
Já vou a caminho.
Vou feliz,mas sozinho...
É para lá que eu vou.
Estou farto da noite e nevoeiro.
Que me fatiga a mente.
Sol,sol,espera por mim.
Só me resta partir.
Demora pouco,acredita.
Sol ,sol...
Que luz que prazer,
De novo te ver, ao amanhecer.
Contigo ficar todo dia.
Passar dias de alegria.
Sol,sol,espera.
Já vou a caminho.
Vou feliz,mas sozinho...
CONSELHO DE MÃE...
Ao morrer a tristeza,
De mim se apoderou.
Mas voltei,
Porque me lembrei,
Que sou filho,
De uma grande mulher.
Que um dia me disse:
-Faz com que mesmo morto, voltes.
Foi um sentimento.
Por mim não compreendido.
Mãe,nunca fala fantasia.
E mais ainda dizia:
-Acredita e vencerás.
Acreditei e venci.
Assim renasci.
tenho o que me faltou.
Não amo,mas também,
Não aturo ninguém.
O brigada mãe...
De mim se apoderou.
Mas voltei,
Porque me lembrei,
Que sou filho,
De uma grande mulher.
Que um dia me disse:
-Faz com que mesmo morto, voltes.
Foi um sentimento.
Por mim não compreendido.
Mãe,nunca fala fantasia.
E mais ainda dizia:
-Acredita e vencerás.
Acreditei e venci.
Assim renasci.
tenho o que me faltou.
Não amo,mas também,
Não aturo ninguém.
O brigada mãe...
terça-feira, 6 de março de 2018
JACINTA...
Com amizade e carinho.
te fiz este poema.
Saiu da alma,
Sem querer.
Jacinta,Jacinta...
Que respeito!!
E consideração,
Por mim tens.
Ainda mais vais ter,
No dia que te for ver.
princesa ou não.
Não me importa.
Porque por ti.
Sempre tive admiração.
E deste paz ao meu coração...
te fiz este poema.
Saiu da alma,
Sem querer.
Jacinta,Jacinta...
Que respeito!!
E consideração,
Por mim tens.
Ainda mais vais ter,
No dia que te for ver.
princesa ou não.
Não me importa.
Porque por ti.
Sempre tive admiração.
E deste paz ao meu coração...
sábado, 3 de março de 2018
CELESTE DA BEIRA...
Estou a chorar.
De tristeza e alegria.
De tristeza,pelo que passei.
De alegria,porque te encontrei.
Não sei,não sei,como irei.
Mesmo sem nada.
Te encontrarei.
Cumprir a promessa.
De quando um dia disse:
-Para sempre te amarei.
Vamos nos abraçar.
E até chorar...
Mas depois felizes.
Passaremos a vida a cantar...
De tristeza e alegria.
De tristeza,pelo que passei.
De alegria,porque te encontrei.
Não sei,não sei,como irei.
Mesmo sem nada.
Te encontrarei.
Cumprir a promessa.
De quando um dia disse:
-Para sempre te amarei.
Vamos nos abraçar.
E até chorar...
Mas depois felizes.
Passaremos a vida a cantar...
CELESTE MARIA...
Quando penso,estar a dormir.
Estou acordado.
Com Celeste em minha mente.
Mulher,penso que não mente.
Transmite-me paz.
E um pouco de alegria.
Talvez a venha a conhecer um dia.
Não somos apaixonados.
Mas nas palavras, engraçados.
Faz-me bem...
Me liberta,dá consolação.
Assim alimenta o vazio,
Que existe no meu coração...
Estou acordado.
Com Celeste em minha mente.
Mulher,penso que não mente.
Transmite-me paz.
E um pouco de alegria.
Talvez a venha a conhecer um dia.
Não somos apaixonados.
Mas nas palavras, engraçados.
Faz-me bem...
Me liberta,dá consolação.
Assim alimenta o vazio,
Que existe no meu coração...
CURVA DA VIDA...
Ao fazer a curva.
Pensava tudo esquecer.
Curvei.
O mesmo caminho encontrei!!!
A mesma imagem,
A mesma casa,
Os mesmos hábitos...
Não adiantou fugir.
A curva na minha mente ficou.
Por mais voltas que dei-a.
À curva vou parar...
Que venha alguém capaz,
Para daqui me tirar...
Pensava tudo esquecer.
Curvei.
O mesmo caminho encontrei!!!
A mesma imagem,
A mesma casa,
Os mesmos hábitos...
Não adiantou fugir.
A curva na minha mente ficou.
Por mais voltas que dei-a.
À curva vou parar...
Que venha alguém capaz,
Para daqui me tirar...
sexta-feira, 2 de março de 2018
EM VÃO...
Nunca esperes,
Por quem sabes,que não vem.
É dor, amor perdido...
É como uma semente.
Por nós lançada à terra.
Que nos incomoda...
Mas não chega a nascer.
Não tem embrião.
Nunca mais a veremos...
É pura ilusão.
Que acaba,por apagar
Nosso coração...
Por quem sabes,que não vem.
É dor, amor perdido...
É como uma semente.
Por nós lançada à terra.
Que nos incomoda...
Mas não chega a nascer.
Não tem embrião.
Nunca mais a veremos...
É pura ilusão.
Que acaba,por apagar
Nosso coração...
AMIGA...CELESTE....
Sofreste como eu sofri.
Caíste como eu cai...
Não tenho abrigo...
Nem sei como te abrigar...
Caminharei até que a chuva par.
Na verdade nem eu sei.
Vejo,uma luz pequenina.
Mas tão longe...
Não sei se a vou alcançar.
Se a alcançar,por aí ficarei.
Já mais chorarei...
Caíste como eu cai...
Não tenho abrigo...
Nem sei como te abrigar...
Caminharei até que a chuva par.
Na verdade nem eu sei.
Vejo,uma luz pequenina.
Mas tão longe...
Não sei se a vou alcançar.
Se a alcançar,por aí ficarei.
Já mais chorarei...
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