sexta-feira, 16 de março de 2018

ELISA PADEIRINHA DE ZEIVE (Bragança)

Ainda as pernas,
Não me tremiam...
Para Espanha,aí ia eu.
Como padeirinha.
Vender meu pão.
Muitas vezes a venda,
Não sorria...!!
Para casa,algum trazia.
Trabalho,dor no coração.
Por não ter vendido,
Todo o pão...
Hoje sou reconhecida,
Até estimada.
A vida da padeirinha sorriu...!!
Antes com tanta mágoa,
Até pelo caminho chorava.
Mas já não chora mais...
Venceu é adorada.
Até por um poeta,
É amada...


Autora:-Elisa Figueiredo  (Zeive, Bragança)




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