Mãe,eu já compreendia...
Sem poderes,partiste um dia.
Tudo deixas-te,
Para nosso pai,acidentado,
A Espanha ires ver.
Com uma criança,
Pela mão,partiste.
Tanto sofreste,mãe,
Até como mendiga,
Abrigo pediste.
Minha querida mãe,
Mas conseguiste...
Que amor o teu por alguém!!!
Ainda bem...
Atravessas-te a fronteira,
Sem teres carteira.
Com umas simples socas de madeira.
Ao atravessar um rio,
As socas caíram.
Alguém viu e as socas salvou.
Assim e mais confortável,
Minha mãe caminhou.
E ao destino chegou.
E com seu filhinho...
O nosso pai abraçou....
Autora:- Elisa Figueiredo e Na Alma do Poeta
Sem comentários:
Enviar um comentário