sexta-feira, 12 de outubro de 2012

A DESCONHECIDA

Hoje estou contente, no fundo nem sei porquê.
 
Sentado num café, até mim uma mulher veio ter.
Sem eu a conhecer, dizia chamar-se Beatriz, pois logo me ri...
Porque seu nariz, parecia o bico de uma perdiz.
Falava pelos cotovelos e até nos sobacos tinha pelos.
De valor nada dizia, mas pela sua imagem quanto eu sorria.
Nunca desdenhei de ninguém, é contra os meus princípios.
 
Mas logo reparei, que dando-lhe confiança, iria parar a França.
Não sei se já vos aconteceu, encontrar um ser tão diferente, do vosso ser.
Assim saí dali, de mão no nariz, para evitar o cheiro da Beatriz.

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