sábado, 18 de maio de 2013

AMIGA AMPARO


Amparo, nome lindo.
Igual ao de minha mãe.
Amiga e conselheira.
 Como seu marido, Fonseca também.
Conselhos de ambos ouvi…
Hoje reconheço, que eram palavras de irmão.
Um dia vou-vos abraçar.
Para que, nos vossos olhos possa dizer.
Amo-vos e continuarei a amar.
Amparo, Amparo e Fonseca também.
A distancia e o recordar, das vossas palavras.
Fizestes com que vos amace, como minha mãe.
Obrigados por de mim gostarem.
Sinto no meu coração, que sempre vos vou amar.
Como amei, minha mãe também.

MINHA ANDORINHA


Morreu, a mais linda andorinha.
Andorinha carinhosa.
Consigo levou, a minha alegria.
Assim era, minha mãezinha.
Mesmo, pobrezinha dava.
Do pouco que tinha.
A quem mais precisava.
Ainda me lembro.
Quando entrava em casa e via seu sorriso.
Hoje no espelho vejo, o que deixas-te!
Como herança, mas que tu amas-te também.
Hoje é Natal, tenho para a minha andorinha.
Um presente guardado.
Mas não sei para onde o mandar.
Mas uma rosa, vou plantar na tua campa.
Andorinha minha vida.
Pois quando partiste.
Vestes negras levaste e véu branco.
Assim tu pediste ir vestida.
Quando este mundo deixas-te.
Ser nobre é valorizarmos.
Aquilo que vemos ao espelho.
Sem joias e nus…
Pois só assim, entendemos o valor de uma mãe!!

ASA...


Se todos temos, uma asa.
Voltada para dentro.
No sentido de voar.
Porque razão?
 Pegamos numa chávena.
 De asa virada para fora?
Hoje faço anos dizes tu …
Beijos de mãe (se tiveres)…
Abraço, de amigo.
 Parabéns, todos te cantam.
Com respeito e amizade.
 No sentido de no próximo ano.
De novo te encontrar.

sábado, 11 de maio de 2013

SEM SENTIDO...


Tantas vezes me apetece escrever!
 Sem nada para dizer.
Já ouvi tanto, que me sinto cansado.
Sem rumo, aqui vou eu.
Sem sentido, nem amor.
Dizeis vós: quem é este estupor?
Sem relacionamento, mas com sentimento.
Que fazer?
Melhor seria, que a morte o viesse colher…
Mas, para mal dos vossos pecados.
Há-de ficar e assim até amar.
Pobre da amada, não o vai considerar.
Entender, até amar e chorar, até morrer.
Assim é a vida do vosso poeta.
Que um dia, vai morrer de pé.
Não torce, mesmo que lhe batam o pé…

quinta-feira, 9 de maio de 2013

A PESQUISADORA


Já alguém me perguntou, porque razão?
Em tantos poemas.
E eu como pesquisadora, nunca encontrei.
Um poema com o mesmo título?
Respondi, tão simples como isto.
Não dou títulos, mas nome àquilo que escrevo.
Cada um, para mim tem um sentimento, ou uma razão.
Aí existe o título assim quem me segue, não tem confusão.
Só que na alma do poeta.
Nunca aconteceu, nem vai acontecer.
Porque dou nome ao que escrevo.
No sentido que sinto, com raiva ou amor.
Assim eu sou, dito por ti.
Que no intimo, nunca errou ou copiou.

NYKOLLE ANIVERSARIANTE


Sem que nada peça!
Tudo tenho, obrigado pai, mãe e irmão.
Não sei se nasci no tempo certo…
Mas certo é, que me amais.
E eu amar-vos-ei, para o resto da minha vida.
Com o mesmo amor.
 Que para mim, fizestes esta festa pequena.
Mas para mim colorida.
Nykolle, Nykolle…
Pai, mãe, tantas vezes por mim chamais…
Mas sabendo, do vosso amor por mim.
Faço ouvidos moucos.
Porque o meu amor por vós.
É puro e não louco.
Não é de ouvido surdo e perdido.
Mas a razão do meu amor por vós.
Ser muito colorido.

MINHA MÃE


Pobrezinha, como uma andorinha.
Dava tudo, sem ficar com nada.
Entrava em tua casa, sem que nada tivesses.
 Alguma coisa deixava.
(De comer e alegria).
Como quem sonha, uma mãe ser um dia.
Papoilas, túlipas e flores já foram plantadas.
Mas o teu amor, teu carinho.
 Nunca ninguém o plantou.
A pureza e a beleza natural.
Sai do ventre, de uma mãe.
Que tanto amor a seus filhos dedicou.