Tantas vezes me apetece escrever!
Sem nada para
dizer.
Já ouvi tanto, que me sinto cansado.
Sem rumo, aqui vou eu.
Sem sentido, nem amor.
Dizeis vós: quem é este estupor?
Sem relacionamento, mas com sentimento.
Que fazer?
Melhor seria, que a morte o viesse colher…
Mas, para mal dos vossos pecados.
Há-de ficar e assim até amar.
Pobre da amada, não o vai considerar.
Entender, até amar e chorar, até morrer.
Assim é a vida do vosso poeta.
Que um dia, vai morrer de pé.
Não torce, mesmo que lhe batam o pé…
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