quinta-feira, 9 de maio de 2013

A PESQUISADORA


Já alguém me perguntou, porque razão?
Em tantos poemas.
E eu como pesquisadora, nunca encontrei.
Um poema com o mesmo título?
Respondi, tão simples como isto.
Não dou títulos, mas nome àquilo que escrevo.
Cada um, para mim tem um sentimento, ou uma razão.
Aí existe o título assim quem me segue, não tem confusão.
Só que na alma do poeta.
Nunca aconteceu, nem vai acontecer.
Porque dou nome ao que escrevo.
No sentido que sinto, com raiva ou amor.
Assim eu sou, dito por ti.
Que no intimo, nunca errou ou copiou.

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