Pobrezinha,
como uma andorinha.
Dava
tudo, sem ficar com nada.
Entrava
em tua casa, sem que nada tivesses.
Alguma coisa deixava.
(De
comer e alegria).
Como
quem sonha, uma mãe ser um dia.
Papoilas,
túlipas e flores já foram plantadas.
Mas
o teu amor, teu carinho.
Nunca ninguém o plantou.
A
pureza e a beleza natural.
Sai
do ventre, de uma mãe.
Que
tanto amor a seus filhos dedicou.
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