quinta-feira, 9 de maio de 2013

MINHA MÃE


Pobrezinha, como uma andorinha.
Dava tudo, sem ficar com nada.
Entrava em tua casa, sem que nada tivesses.
 Alguma coisa deixava.
(De comer e alegria).
Como quem sonha, uma mãe ser um dia.
Papoilas, túlipas e flores já foram plantadas.
Mas o teu amor, teu carinho.
 Nunca ninguém o plantou.
A pureza e a beleza natural.
Sai do ventre, de uma mãe.
Que tanto amor a seus filhos dedicou.

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