quarta-feira, 30 de maio de 2012

Amiga

Apareceste na minha vida, como minguém.
Hoje fazes anos, como eu já fiz também.
Amiga amada do coração, te digo! Que a tua presença, está sempre sorrindo no meu coração.
Todos os dias penso em ti.
Não sei se pensas em mim.
Vanda na verdade te digo até já o Zé gosta de ti.

 Parabéns!

Sozinho

Sozinho, sem estrada ou caminho.
Nem tão pouco tenho por onde caminhar.
Triste sina a minha, caminhando por aquilo que qualquer um pode considerar.
Diz-me tu para onde ei-de ir?
Ou será que posso retroceder?
Diz-me tu experiente, até onde posso ir...
Meus olhos fecharam-se, para mim tudo é nublado.
Quanto eu gostava de encontrar o caminho da tua vida.
Para que pudesse dizer a nossa vida, é nossa.

Próximo do fim



Sinto que estou próximo do fim.
Será que alguém irá chorar por mim?..
Sou poeta e até inventor.
Deixem que eu morra!!

  Depois até me chamareis Doutor.
Que pena eu tenho de deixar este mundo.

 Sem palavras, sem sentido de viver.
Que faço eu neste mundo!!

 Se Deus não me soube compreender.
De que me vale ter cabelos brancos.

 Se eu deste mundo nunca tive esperança nem pranto.
O poeta vai morrer na esperança da Ressureição.
Entretanto, da sua vida fazei uma canção.

Kiko

 Aqui estou eu pendorado nesta parede, como podereis ver nesta foto. Não sei por quanto tempo.
Mas, um dia meu avô eu irei ter contigo.
Sei que me amas.
Mas sou tão pequenino que mesmo amando-te, não tenho que me leve.
Avô, avó, pensai como o avô diz: Deus é grande, tende paciência, porque sempre vos amei.
Os pequeninos um dia serão grandes.
A minha liberdade ade chegar.
Amar-vos-ei para sempre.
Sabei esperar, porque na minha cabeça já vou a caminho.
Obrigado avós por todo amor e carinho.
Que destes ao vosso Quiquinho.

Quem nos dá valor?

 
Quem és tu? Quem sou eu?
Tu barman, eu poeta e escritor.
Diz-me tu, quem nos dá valor!
Até se esquecem que ambos devia-mos ser tratados por Drs.
Que pena eu tenho da brisa deste mar, que esta gente inala.
Sem se aperceber que a própria brisa os embala.


 

O Poeta

Que maluco está hoje o poeta.
Só...só...só estou perdido, cheguei á encruzilhada.
Diz-me tu á direita, á esquerda, etc.
Hoje sou vosso e é de vós que eu vivo.
Dai-me vós hoje a direção certa.
Obrigado.

Luta da vida

Lutar, lutar e atrás de uma luta outra.
Já ganhei batalhas, mas nunca uma guerra.
 Alguém rouba sempre a bandeira.
Talvez pela minha humildade.
 Não sou guerreiro áspero de coração de pedra.
 Ajudando até tantas vezes o inimigo.
Como quem quer sair desta natureza.
E nem pensa ganhar uma guerra:
Pára, começa de novo.
 Vive um dia de cada vez.
 Sempre que apareça uma batalha vai á luta.
  E aí, não olhes para traz.
 Mas só para essa batalha.
 Para que não haja arrependimentos nem recordações.
 Aí a luta é-te mais fiel e com sabor a vitória .
E verás que um dia somando todas as vitórias.
 Sem que te apercebas tens a guerra ganha.
 E jamais te roubaram a bandeira.

Dois rapazes, conheci.

Dois rapazes, conheci.
Sem ferragem nas patas, nem tão pouco arganel no focinho.
São humildes e de trabalho.
Estimam os pais, os amigos também, pois o seu lema é trabalho.
Que linda opção tomaram.
Estudar e trabalhar, para que o poeta e não só, os possa admirar.

Caído de qualquer maneira nesta terra

Uma criança conheci, eis que me espantou com a sua há vontade e que feliz me senti com o seu sorriso.
Perguntei: Qual o nome? E ele me disse: Sou o Afonso e sorrindo eu respondi: Eu sou o Zé Francês, mas para ti serei sempre o Zé Espanhol.
E assim nasce um amor carinhoso, respeitador por uma criança que todos gostariam de ter.
Quantas vezes em dias tristes, sem saber o que fazer ou escrever, como todos os poetas têm; Desejamos um Afonso.
Hoje virou padeirinho de cartaz, transportado no carro do seu avô.
 Avô babado como tu também eu gostava de ser, só me falta um Afonso para que como tu, pudesse sentir amor, paz e carinho por tal menino na verdade te digo: Avô ainda vais chorar e sorrir também, no ombro do teu Afonsinho e só assim te irás sentir realizado. Porque teu nome, Silvestre: Não… não é Silvestre, mas sim homem de sentimento amor e verdade, por quem amas.

Ao compositor


Saudade, saudade.
 Saudade diz-me tu o que isso é?
Cabelos brancos e esguios, alguém eu conheci.
Homem da atualidade e compositor também.
Que raiva eu tenho de vós, que desdenhais dos cabelos  brancos.
Neles existe o heroísmo e o trabalho também. Quem não gosta deles, nem tão pouco gosta da sua mãe.
Hipócritas que nem se quer sabeis quem sois.
Por isso o vosso Deus só vos dá ilusões.

Álvaro

Álvaro, homem esguio de rosto cansado, olhar longo e de pestanas queimadas.
Homem humilde, serrado do coração. Que difícil é até para mim, compreender esta situação.
Que espaço já teve e tão fechado está hoje.
Incumprimento dos outros, responsabilidade dele...
Que fácil para ti mulher, criticares até quem amas.
Melhor seria se a compreensão entra-se no teu coração.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Cão vadio

 Cão vadio, de rua em rua.
Fareja aqui e ali.
Pontapé daqui, pontapé dali.
Que triste cão eu sou, mas com sentimentos como vós e com vergonha de os expor.
Sem saudade, sem que alguém o comande.
Por vós dito cão vadio.
Porta fechada, janela entreaberta e com um biscoito na mão e sem que ninguém se aperceba, acariciais o cão vadio e  sem querer entra no vosso coração.
Obrigado por me amarem, sem que para isso dais a conhecer.


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Não sou o que pareço

Não sou o que pareço.
Andando, andando, todos vós dizeis que faz bem.
Quanto já andei e não encontrei ninguém.
Triste sina a do poeta, mesmo fazendo poesia, continua no vosso vai e vem...
Se as palavras fossem doçura, melhor seria comer um chocolate.
Teria outro bafo.
Mas não faziam do poeta um palhaço.
Gente gira de grande gabarito e de coração vazio, sem espírito, nem grito.

Mãe

Camélias, rosas e outras flores já conheci.
Mas a proeza e beleza de ti, minha mãe, nunca conheci!
Mãe, vem, estarei sempre há tua espera, como um cordeiro manso á espera da sua mãe, para mamar e ser acariciado, com focinhadas de paz amor e carinho.
Como quem diz!
Filho, cheguei, alimenta-te, vem ao meu encontro.
Pois só em mim encontrarás o amor, a paz e a vontade de saltar, correr e até viver.

Porta da vida

Entraste numa porta como um aleijadinho, ainda tu vinhas longe, já eu abria caminho.
A seguir alguém sorriu com ar de desdém e disse, deixem passar o aleijado porque este já não faz mal a ninguém.
Que saudade eu tenho do tempo em que a distância era medida!
Que fraco sou hoje e tu que entendes, sabes bem.
Um sorriso falso é fácil, basta arreganhar os dentes, mas quando se age com o sentimento, a alma pára e o coração chora.
Quem me dera muitas vezes ser cego.
Para que o meu coração não chore e a minha alma não padeça.

Amiga Rosa

Que mulher eu conheci!
Cabelos brancos esguios, mas no fundo encaracolados.
De óculos transparentes, que lindoolhar.
Sorriso rasgado como qualquer alentejana.
Chamam-lhe: Rosa do canto.
Uma eu já conheci, mas esta não.
Humilde, sem problemasde se sentar e conversar.
Mesmo de frente ao poeta veio parar.
Oitenta e um anos, mesmo assim, lúcida e com vontade de amar.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Mais uma data de nascimento


Mais uma data de nascimento.
Que feliz se sentirá esse espírito!!...
 Que veio ao mundo e é recordado.
E que tristeza outros sentem e já velhos.
 Porque ninguém se lembrou, que um dia nasceram.
Assim se apagou um dia.
 Sem que ninguém desse pela sua existência.
Quem me dera poder passar uma esponja.
 Desde o meu nascimento até hoje.
Seria um ser sem identificação.
 Mas feliz.
Ouvir os passarinhos, o rosnar dos seres selvagens.
 Apalpar a natureza.
Beber água num riacho.
 Sem vestes nem preconceitos.
A realidade é dura e sei que um dia.
 Cobriram o meu corpo sem lápide aqui jaz.
Porque nessa data.
 Foi mais um ser insignificante que partiu.

A minha mente


Hébrida,  como sempre a minha mente, não mente.
Estou solitário, acompanhado de nada, sem que pedisse.
Mas alguém disse: De onde vem este?
Mas este vindo do nada e sem que nada tenha.
Tem o respeito, a humildade de ser alguém.
Descalço e nu de preconceitos, aí está ele, sentado como  um senhor sem nada ser, sem nada ter, mas o seu castelo ainda não caiu.
Sorte a minha, azar o teu.
O meu castelo de areia  ainda lá está, o teu construído a ferro e fogo ruiu... Por isso eu saio pela porta larga e tu pelo labirinto, que nem tu sabes aonde vais parar.
Sê e crê.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O silêncio

O silêncio é terno, meigo e amigo.
Fica dentro de nós, alivia o estado dos outros.
Mas porquê viver no silêncio, se o mundo é tão grande.
Porque eu sou  a formiguinha, que toda a gente pisa e não respeita?
Quantas voltas eu dou para me livrar dos vossos pés, e mesmo assim acabo por ser pisado.
Quem me dera poder reger o vosso sapateado, para que eu pudesse viver em comunhão convosco.
Mas o vosso Deus faz-vos sapatos grandes e a mim fez-me pequenina, para não ter hipótese de viver tanto como vós.
Que responda o vosso Deus.
Porque o meu já me abandonou.
Sou a semente que cai na terra e não chega a nascer.

A vida

A vida é um circulo mágico.
Quantas vezes pensam-mos em não sair de casa e fazermos uma viagem longa!
Quantas vezes repudia-mos e a seguir até ama-mos.
Quantas vezes dizê-mos sim e o nosso coração diz não.
Quantas vezes mesmo sabendo que estamos a errar e erramos, na esperança que desse erro nasça uma luz.
É por tudo isto e mais ainda, que há seres de coração terno, que um dia até encontram o conforto certo.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Que Deus é o meu?

Que Deus é o meu e onde mora?
Para que possa bater-lhe á porta.
Quanto luto e nada vejo, que fazer da vida? Melhor seria ser preso para o resto da vida, já me sinto cansado desta vida nua e crua.
Onde estás meu Deus diz-me eu vou ter, contigo por este amor eu faço tudo.
Que mais posso fazer? Já não sei.
Vem ter comigo e ama-me, já sofri e não sei para onde ir.
Tem compaixão de mim e dá-me luz.
Tem dó e ajuda-me.
Dá-me o direito de ser feliz, já não sei mais a quem pedir.
Ajuda-me se possível.
Se não pára de me dar vida.
Onde estás meu Deus? Diz-me!Já não aguento mais.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Dois seres iguais


Um homem só, dá voltas e mais voltas e nada encontra.
Que raiva eu sinto da distância.
Do que poderia dar e não e não dou.
Que raiva e admiração eu tenho pela minha artéria, canal ela deve ser para deixar passar tanta emoção, dor, até ás vezes alegrias.
A minha vida de altos e baixos.
Que teria eu por detrás de tudo isto para ainda viver.
Que mulher eu tenho que é uma fotocópia da minha vida .
Como se juntam assim dois seres? Não poderia Deus dividir
 um ser feliz e o outro menos feliz.
Responda quem souber.

O sentimento

O sentimento é superior a tudo que se diz e se faz.
Quantas vezes o coração chora e a boca sorri.
Quantas vezes pensamos na sociedade em vez de pensar-mos em nós.
Vida, vida porque me abandonas-te, encostas-te-me a este canto sem dó nem piedade.
Encolhido como um frango deficiente num aviário á espera que me  rejeitem.
Mas optam por me matar de modo cruel, porque nada valho.
Melhor seria que ao nascer tivesse morrido. 

O meu sonho

Quando canto, sonho, quando sonho, canto.
Se sempre assim fosse, que feliz eu seria.
Mas as cantigas de sonho e os sonhos de cantigas duram pouco.
Porque de momento sou como um arbusto, se apaga a minha mente.
E quando reativa, vem em primeiro lugar as canções melancólicas, os sonhos em pesadelos.
Como quem sente a força rápida de cair a um poço e sem tempo de pensar bate no fundo.
Sonhos, sonhos já eu tive e a lado nenhum me levaram, sou um ser de espontaneidade, vivo minuto a minuto, se tanto.
Sou inconstante, não sei aonde ir e muitas vezes para onde vou, vagueio neste mundo.
(Ou nesta vida como queiram)...
Gostava de ser feliz como tu, como qualquer um que se sente realizado.
Mas nada que eu vejo ou apalpe é significante.
Vivi depressa de mais, penso eu.
Põe-me na encruzilhada e indica-me o caminho.

Correndo Pela Vida

Por tanto correr pela vida.Eu me esqueci que a vida se vive num momento.
De tanto querer ser o primeiro, esqueci-me de viver os detalhes pequenos.
Esqueci-me dos detalhes pequenos vivendo de aplausos e causas sem sonhos.
Hoje não sei o que sinto.
De tanto lutar pelo amor e pela vida perdi-o sem querer.
Mas ganhei a Anita nesta luta,e eu que sempre vivi: de aplausos sem sentimentos.

Regresso

Quero ver o dia que vou regressar.
Viver contigo, com todo o amor, sem dó de mim, mas sim de ti.
Não por te abandonar, mas porque a vida assim o quis, que vivêssemos á distância com tanto amor para dar.
Estou tão só que não me sinto ninguém.
Só, pergunto porquê?
Com tanto amor para dar e receber?
Hoje eu sei o amor puro e sincero é duro, extremamente difícil de manter.
Só uma força como a nossa o consegue, não sei como!
Com tanto sofrimento, mas é verdade.
Vou amar-te até morrer e se para além da morte houver vida lá, estarei para te amar.

Porquê sonhar

Porquê sonhar, se os meus sonhos não me levam a lado nenhum.
Dizem os entendidos que o sonho comanda a vida (só se for a deles).
Pois por mais que eu sonhe nada vejo, cada vez estou mais cego.
sempre que alguém aparece no espaço infinito logo desaparece, nem a sua imagem consigo ver, apenas algo indefinido.
Que mestres de sonhos sois vós, que não deixais transparecer esses sonhos para os outros de modo a tornar-los felizes também?
Hipócritas, gente de parecer, que cultivais na cabeça das pessoas o irrealismo que fraca memória a vossa.
Até já esquecestes que o sonho é um simples sonho e só por mero acaso ser torna realidade.
Tende pena de vós, que nada sois.


domingo, 13 de maio de 2012

A Criança



Uma criança conheci, meiga e terna.
E sem nada me ser, uma rosa foi colher.
Com a rosa na mão, até mim veio ter.
Com um sorriso rasgado e me disse:
-Sou pequenino, mas gosto muito de ti.
Um beijo me deu, a rosa me ofereceu .
Com três anos de idade.
Que terna idade ele tinha.
mas no seu coração, uma grande mansão ele tinha.
Tudo isto aconteceu, no quintal da minha humilde casinha.


Calhambeque

Calhambeque,vós me chamais!
Na verdade eu sou, mão no sentido que vós pensais, mas sem ter que provar no meu calhambeque vós ides embarcar, ir-vos-ei transportar até que vós queiráis.
Pois para mim os vossos euros são superiores aos vossos anéis.

Criança agradecida

Os adultos pensam que eu pequenino não os entendo.
Mas já sei quando faço mal ou bem.
Assim como quem hei-de amar ou desprezar também.
Amo todos os meus amigos e família também.
Mas em especial os meus pais, pois sou o seu fruto, a sua alegria.
Mesmo em caso de discussão (se eu entro) tudo se transforma, pois passa a reinar a paz, a alegria e a compreensão.
Obrigado pais por me teres trazido a vós.
Por isso hoje vos agradeço.
Mãe, pai e avós e a todos que nos ajudam e pensão em nós.


sexta-feira, 11 de maio de 2012

Três estrelas três andorinhas

Três estrelas, três andorinhas.
Andorinhas coloridas, com vestes negras.
As vossas vestes já morreram, mas o vosso espírito colorido está presente.
Vós que sem altos impérios ter, a esta casa viestes conviver.
Sorte de alguém quando é reparado ou reconhecido, pois a partir daí toda a sua vida tem sentido.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

CRIANÇA



Sempre sorridente e muito bem disposta.
Sou pequenina,mas já sei amar .
Amo muito os meus pais e meu irmão também.
Hoje estou feliz, faço anos.
Mas a maior felicidade é a vossa presença neste dia.
Só agora vos vou dizer:
Sou a Nykoll.....
Aquela que hoje nada reclama mas tudo engole.

Humildade

Humildemente entrei numa casa.
Sem combustível precisar.
Para um maço de tabaco comprar, para espanto meu a Rita logo me conheceu.
Mal vestido e quase descalço e sem um cêntimo na mão,  um maço de tabaco pedi e recebeu com um cartão.

Com olhos fixos nos meus respondeu:
Sendo você quem é! O nosso poeta popular. Com muito orgulho eu lhe vou oferecer uma cerveja para saborear.
Os meus olhos caíram no chão, sem resposta para dar, nem um agradecimento dei nem palavras para falar.
Que grandes vós sois.
Que às insignificâncias não dais valor, mas para o poeta reconhecido a palavra da Ritinha teve muito valor.


Minha vida



Sou daqueles que vivem há procura de um lugar.
Gosto das pessoas que gostam da verdade.
Sou boémio, poeta ou órfão, para mim é igual, não sei para onde vou .
Mas o meu amor sei onde está.
Sou feliz contigo em guerra e em paz.
Sou aquele vagabundo, mas que te ama.
Tenho medo do tempo que passa e não te posso recompensar.
Tantas mulheres eu já tive e com tantas já sonhei, mas é contigo que quero ficar.
Amo-te e amar-te-ei pois foi contigo que sempre sonhei.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

MÚSICA

A música é igual aos dias da semana , do mês, do ano. Uma traz-nos alegria, outra tristeza (como vontade de amar) aquela que nos faz recordar, os bons momentos. Que já não voltam. Melhor será nunca escolhe-la. Tocá-la ou esperar que toque, sem que de início saibamos quem e que música vamos ouvir. Devemos estimar os instrumentos, para que se lhe possa dar alma e para que deles saia a música perfeita para a sua vocação e descanso. Assim é o nosso corpo o instrumento perfeito a quem podemos dar alma, se deixarmos o nosso cérebro em roda livre. O nosso corpo torna-se em dias da semana do mês do ano. Sem que nós queiramos, aparece o amor, a recordação a saudade. Mas de um modo suave sem que fira o nosso corpo e a nossa alma, tornando-se a vida feliz e calma.

Mulher


                                                                            MULHER


Sorte, daquele que tem em suas mãos uma verdadeira mulher.
Uma verdadeira mulher tem o coração no peito e nas suas mãos, as carícias para o seu amado.
Tem nos seus olhos a luz luzidia do dia, mostrando assim ao seu amado o sol que nela existe, para lhe dar.
Tem na sua boca a palavra ternura e meiga ,que conforta o seu amado na hora de desespero, na hora da dificuldade seja ela de que ordem for.
Tem no seu corpo calor certo, para aquecer o seu amado nas noites frias, em que o pensamento do seu amado não esteja lá.
Tem na sua cabeça, a tolerância certa para indicar o caminho certo ao seu amado. Tem na sua língua o sabor do amor, da paixão o sabor que todos aqueles que amam gostam de sentir.
É  assim uma mulher de verdade que tão poucos têm.