Uma criança conheci, meiga e terna.
E sem nada me ser, uma rosa foi colher.
Com a rosa na mão, até mim veio ter.
Com um sorriso rasgado e me disse:
-Sou pequenino, mas gosto muito de ti.
Um beijo me deu, a rosa me ofereceu .
Com três anos de idade.
Que terna idade ele tinha.
mas no seu coração, uma grande mansão ele tinha.
Tudo isto aconteceu, no quintal da minha humilde casinha.


Sem comentários:
Enviar um comentário