quarta-feira, 23 de maio de 2012

Não sou o que pareço

Não sou o que pareço.
Andando, andando, todos vós dizeis que faz bem.
Quanto já andei e não encontrei ninguém.
Triste sina a do poeta, mesmo fazendo poesia, continua no vosso vai e vem...
Se as palavras fossem doçura, melhor seria comer um chocolate.
Teria outro bafo.
Mas não faziam do poeta um palhaço.
Gente gira de grande gabarito e de coração vazio, sem espírito, nem grito.

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