Fareja aqui e ali.
Pontapé daqui, pontapé dali.
Que triste cão eu sou, mas com sentimentos como vós e com vergonha de os expor.
Sem saudade, sem que alguém o comande.
Por vós dito cão vadio.
Porta fechada, janela entreaberta e com um biscoito na mão e sem que ninguém se aperceba, acariciais o cão vadio e sem querer entra no vosso coração.
Obrigado por me amarem, sem que para isso dais a conhecer.

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