O poeta foi convidado, para ir.
Nem ele sabe bem para quê…
chamava-se antes, festa de fim de ano.
Hoje tanto nome tem…
Por isso eu não vou porque tenho medo.
De não ser considerado como alguém.
Tão simples como isto !!
Noite de gastar o que há.
E muitos o que não
têm.
Os que gastam e sem que pensem.
A seguir saem a sorrir.
Mas os que ficaram a dever, no fim da noite!!
Nem a eles próprios, se conseguem reconhecer !!
Fico bem:
- Há anos que me deito.
Antes da abertura
da vossa garrafa.
Mas á uma da manhã
meu despertador, me acorda.
Ai eu digo, para
mim próprio:
- Já passou, fui feliz .
Nova etapa:
- Mais um ano passou.
Eu ainda aqui estou…
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