domingo, 9 de dezembro de 2012

voz rouca, cansada de tanto falar, ou dizer.
Catarro na garganta, de tanto vinho beber.
Mas sem que ofenda alguém.
De mim ninguém desdenhe.
Porque eu nunca, desdenhei de ninguém…
Sei para onde ir e dormirei só.
Como sempre, sem que me esqueça.
De quem para mim foi gente.
Deitar-me- ei na minha cama.
( Esse nome lhe deram )
Para mim, o meu ninho.
Onde os lençóis e cobertores.
Estão sempre em desalinho.
É aqui que este pobre dorme.
Pensando quando se deita.
Quando terei um carinho?
Quanto eu gostava…
Vem tu a mim meu simples ratinho.

Sem comentários:

Enviar um comentário