voz
rouca, cansada de tanto falar, ou dizer.
Catarro
na garganta, de tanto vinho beber.
Mas
sem que ofenda alguém.
De
mim ninguém desdenhe.
Porque
eu nunca, desdenhei de ninguém…
Sei
para onde ir e dormirei só.
Como
sempre, sem que me esqueça.
De
quem para mim foi gente.
Deitar-me-
ei na minha cama.
(
Esse nome lhe deram )
Para
mim, o meu ninho.
Onde
os lençóis e cobertores.
Estão
sempre em desalinho.
É
aqui que este pobre dorme.
Pensando
quando se deita.
Quando
terei um carinho?
Quanto
eu gostava…
Vem
tu a mim meu simples ratinho.
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