domingo, 9 de dezembro de 2012

PEDREIRA


Natureza minha mãe querida.
De onde eu tiro, embora para ti com sofrimento.
O pão que eu como.
Dás-me o direito, de utilizar tudo.
Para que das tuas entranhas saia.
O meu sustento.
A ferro e fogo eu te pego.
Com garras duras de aço retiro.
De ti grandes pedaços.
Até os transformo, em pequenos pedaços.
Chegando até a criva-los.
Outros até transformo em pó.
Muitas vezes penso !!
Nascemos do pó e ao pó voltamos.
Perdoa-me, se te firo.
Mas na realidade amo-te.
A razão de te pedir perdão.
Mas nunca te desligando, do meu coração.
Obrigado mãe natureza.

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