domingo, 9 de dezembro de 2012

SAUDADE DE QUEM PARTE


Que triste despedida a minha.
Meu querido filho.
Quatro anos, é uma eternidade.
Para quem tanto amor tem, para dar.
Amo-te e amar-te-ei toda a vida.
Mas filho a vida é crua e nua.
Um dia entenderás.
Que sonhos eu tenho contigo.
Dos quais és meu herói.
E assim tu também, irás proclamar.
Aquilo que eu hoje proclamo:
- Pai, pai que homem grande.
De pernas curtas e olhar longo.
Ao olhar para o horizonte eu vejo!!
Onde tu andas.
Sem esquecer o eterno amor de pai.
Que cresce em nós.
Como uma papoila num campo qualquer.
Com cor e alegria.
 Igual ao feliz abraço, que iremos dar um dia.

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