Um beijo de carinho...
Uma sopa...
Sorriso nos lábios...
E eu a dormir como um cachorrinho
No teu quintal.
Que felicidade eu sentiria
Por um dia ser acariciado
E até amado:
-Para quem tão pouco dorme
Até dorme onde outros se levantam
Sem estragar a manta.
serei cachorrinho por pouco tempo
No teu quintal,já tens muito a quem amar
Deus um dia te dirá:
-Deste guarida,a um homem,por mim abençoado.
Talvez por tanto correr nunca foi amado.
Fernanda,estende a tua mão...
Deus te ajudará...
Com hastes caídas,aí aparecerá
Mas Deus a seguir te abençoará...
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
ASSIM ACABOU ANTES DE COMEÇAR (NATAL)
Uma banana um copo.
Tudo acabou...
Só como sempre,aqui estou:
- Com comer,sem nada comer
Pois o sentimento,nada desejava
Mas a tristeza cá estava...
Para quê,sonhar?
Passar a vida a pensar?
Se a infelicidade,não deixou de me amar!!
Só e cru,vos peço não leio minha poesia.
Nem disso sou digno,não sei porquê!!
Mas na verdade vos digo:
-Que adianta,transmitir sentimento?
Quando não é ouvido?
Pobre de quem o transmite
Ou de quem não o sente!!
Por aqui ficarei,na esperança
De encontrar um rei...
Ou ainda mais,empobrecer
Sem nunca encontrar,esse Rei
Tudo acabou...
Só como sempre,aqui estou:
- Com comer,sem nada comer
Pois o sentimento,nada desejava
Mas a tristeza cá estava...
Para quê,sonhar?
Passar a vida a pensar?
Se a infelicidade,não deixou de me amar!!
Só e cru,vos peço não leio minha poesia.
Nem disso sou digno,não sei porquê!!
Mas na verdade vos digo:
-Que adianta,transmitir sentimento?
Quando não é ouvido?
Pobre de quem o transmite
Ou de quem não o sente!!
Por aqui ficarei,na esperança
De encontrar um rei...
Ou ainda mais,empobrecer
Sem nunca encontrar,esse Rei
25 DE DEZEMBRO
À tão pouco senti alegria...
Mas a noite caiu,cá estou eu
Mais uma vez sem alegria
Que deus é o vosso?...
Dizei-me por favor!!
Por mais mal que vos queira:
-Neste dia da-vos esplendor e alegria.
Maldito seja o meu!!
Mais vagabundo do que eu...
Sabendo que estou carente e só,até cansado...
Me enche a alma e coração
De tristeza e me deixa no chão.
Já quis crer,já mais irei acreditar
Nesse deus que os ricos e falsos ama
E os pobres,não deixa de desprezar
Mesmo por ele todos os dias,proclamar.
Mas a noite caiu,cá estou eu
Mais uma vez sem alegria
Que deus é o vosso?...
Dizei-me por favor!!
Por mais mal que vos queira:
-Neste dia da-vos esplendor e alegria.
Maldito seja o meu!!
Mais vagabundo do que eu...
Sabendo que estou carente e só,até cansado...
Me enche a alma e coração
De tristeza e me deixa no chão.
Já quis crer,já mais irei acreditar
Nesse deus que os ricos e falsos ama
E os pobres,não deixa de desprezar
Mesmo por ele todos os dias,proclamar.
24 DE DEZEMBRO
Com sorrisos e lágrimas,de alegria
Aqui estais vós...
Meu telefone,não toca...
Mas meu coração sente...
Como meu irmão,pergunta:
-Porquê?..
Companheiro de luta,que vida a nossa?
Melhor será,morrermos...
Do que mal sermos tratados
Como filhos da put...
Vou rasgar meus ventrículos ...
Rasga teu cérebro também
À terra vamos parar
À nossa verdadeira mãe...
Aqui estais vós...
Meu telefone,não toca...
Mas meu coração sente...
Como meu irmão,pergunta:
-Porquê?..
Companheiro de luta,que vida a nossa?
Melhor será,morrermos...
Do que mal sermos tratados
Como filhos da put...
Vou rasgar meus ventrículos ...
Rasga teu cérebro também
À terra vamos parar
À nossa verdadeira mãe...
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
VIVENDO POR VIVER
Sem motivo,vou vivendo por aí
Por viver!!
Meus valores tão confusos...
Ao desdém os deixei
Passos e mais passos,sem sentido
Por estas ruas frias...
Sem sentido onde parar...
Ou se eide viver,tendo me esquecido da vida
Volto para casa,escura e fria
Onde procuro esconder,o rosto e palavras
De alguém que me disse:
-Um dia vencerás...
Mas eu insisto,em cultivar a sua imagem
Pois ainda sinto o seu regresso...
As lembranças,voltam sempre em noites vazias
Que mexem tanto com a minha cabeça.
Quando o sono vem o dia já nasceu...
E ninguém me compreendeu.
Tantos sonhos e planos...
A distancia me tira,pouco a pouco de a voltar ter
Tantos sonhos desfeitos,em pedaços
Por nós!!!
Que tolice,tanto amor desperdiçado...
Só me resta a solidão,onde ainda me agarro
A esse amor.
Na esperança de a ver e reaver.
Por viver!!
Meus valores tão confusos...
Ao desdém os deixei
Passos e mais passos,sem sentido
Por estas ruas frias...
Sem sentido onde parar...
Ou se eide viver,tendo me esquecido da vida
Volto para casa,escura e fria
Onde procuro esconder,o rosto e palavras
De alguém que me disse:
-Um dia vencerás...
Mas eu insisto,em cultivar a sua imagem
Pois ainda sinto o seu regresso...
As lembranças,voltam sempre em noites vazias
Que mexem tanto com a minha cabeça.
Quando o sono vem o dia já nasceu...
E ninguém me compreendeu.
Tantos sonhos e planos...
A distancia me tira,pouco a pouco de a voltar ter
Tantos sonhos desfeitos,em pedaços
Por nós!!!
Que tolice,tanto amor desperdiçado...
Só me resta a solidão,onde ainda me agarro
A esse amor.
Na esperança de a ver e reaver.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
LÁGRIMA
Uma gota de água,como uma lágrima
Cai numa simples flor
A sua pétala liberta essa lágrima
Em função do prazer e do tempo
Que ela precisa,para ser feliz
A vida também é uma lágrima
Que assenta numa pedra lisa,ou rugosa
Demora mais ou menos a ter o seu fim
Sorte a tua,se a tua lágrima da vida
Cai na racha rugosa
Mais tempo tens a percorrer
Mas para mim,melhor seria
Que a minha tivesse caído na rocha lisa
Nascia era abençoado até baptizado
E a seguir morria.
Assim não tinha passado pelo tormento
Que me trouxe este dia
Cheio de tristeza e agonia
Cai numa simples flor
A sua pétala liberta essa lágrima
Em função do prazer e do tempo
Que ela precisa,para ser feliz
A vida também é uma lágrima
Que assenta numa pedra lisa,ou rugosa
Demora mais ou menos a ter o seu fim
Sorte a tua,se a tua lágrima da vida
Cai na racha rugosa
Mais tempo tens a percorrer
Mas para mim,melhor seria
Que a minha tivesse caído na rocha lisa
Nascia era abençoado até baptizado
E a seguir morria.
Assim não tinha passado pelo tormento
Que me trouxe este dia
Cheio de tristeza e agonia
UM SER...
Aparência de rude
Coração de pombo.
Mas por mais rude que pareça
Sente como vós,ama como vós.
É um ser...
Pobre de alguns seres!
Amam, quem não os ama
Sonham com quem não sonha com eles
Fartos de dar,sem nada receber.
Pobre dos que dão...
Morrem na miséria
Sem que alguém
Por eles ao morrer
Tenha tido consideração
Pois nem ao seu funeral vão
Coração de pombo.
Mas por mais rude que pareça
Sente como vós,ama como vós.
É um ser...
Pobre de alguns seres!
Amam, quem não os ama
Sonham com quem não sonha com eles
Fartos de dar,sem nada receber.
Pobre dos que dão...
Morrem na miséria
Sem que alguém
Por eles ao morrer
Tenha tido consideração
Pois nem ao seu funeral vão
domingo, 10 de novembro de 2013
UM BEIJO UM DESEJO...
Não é fácil adivinhar
O que vai dentro de dois seres.
Somos,fáceis de cair
Um beijo,um desejo...
Com espaço e até direito a um abraço
Sem que nenhum pense
Que pode cair num embaraço
Ana assim caiu no meu coração
Com sentimento e emoção
Para mim viver,pode não ser uma emoção
Mas acalmia deste ser dá satisfação
Tanto temos dito,tanto fica por dizer!
Não haverá adeus.
Pois nossos corações
Foram,abençoados por Deus.
O que vai dentro de dois seres.
Somos,fáceis de cair
Um beijo,um desejo...
Com espaço e até direito a um abraço
Sem que nenhum pense
Que pode cair num embaraço
Ana assim caiu no meu coração
Com sentimento e emoção
Para mim viver,pode não ser uma emoção
Mas acalmia deste ser dá satisfação
Tanto temos dito,tanto fica por dizer!
Não haverá adeus.
Pois nossos corações
Foram,abençoados por Deus.
INICIO DO FIM
Deitados,numa cama estreita
De roupas brancas.
Onde a privacidade não existe!
Quando correm as cortinas
Ouvis,palavras de conforto...
Mas quando fecham,é aí
Que vos apercebeis
Que estais perto do fim
Mesmo assim alguém diz:
-Hoje,está com melhor aspecto.
(Mesmo que não esteja)
E eu,mesmo ao lado,de cortinas fachadas
Sem que alguém venha e por mim pergunte!!
(Mas há sempre um curioso,que espreita e diz):
-Já da outra vez,aqui estava,não tem alguém?
Com voz tremula eu respondi:
-Ninguém é de ninguém.
As minhas visitas,
Vêem quando eu durmo.
Porque nos meus sonhos,eu sou eu
Consigo ver quem eu quero e ser visto.
Não sei se estou perto de partir
Mas se partir parto a pensar no bem
À cova funda vou ter
Na esperança de minha mãe
Voltar abraçar e ver...
De roupas brancas.
Onde a privacidade não existe!
Quando correm as cortinas
Ouvis,palavras de conforto...
Mas quando fecham,é aí
Que vos apercebeis
Que estais perto do fim
Mesmo assim alguém diz:
-Hoje,está com melhor aspecto.
(Mesmo que não esteja)
E eu,mesmo ao lado,de cortinas fachadas
Sem que alguém venha e por mim pergunte!!
(Mas há sempre um curioso,que espreita e diz):
-Já da outra vez,aqui estava,não tem alguém?
Com voz tremula eu respondi:
-Ninguém é de ninguém.
As minhas visitas,
Vêem quando eu durmo.
Porque nos meus sonhos,eu sou eu
Consigo ver quem eu quero e ser visto.
Não sei se estou perto de partir
Mas se partir parto a pensar no bem
À cova funda vou ter
Na esperança de minha mãe
Voltar abraçar e ver...
ACORDAR OU...
Deitado não durmo!!
De pé adormecido eu ando
Deitado a dormir estou acordado
De pé adormecido
Que ilusão,ou não!
De pé sou hipnotizado,por palavras vãs
Sem pensar entro no embalar.
Mas quando me deito
São bolhas de azeite,na água.
Pena,eu tenho de nada ver...
Ter conversado com alguém
Pensando que era um ser
De amor e não de parecer
Pois meu coração,fez doer
Ainda hoje não sei.
Se acordar,ou adormecer.
De pé adormecido eu ando
Deitado a dormir estou acordado
De pé adormecido
Que ilusão,ou não!
De pé sou hipnotizado,por palavras vãs
Sem pensar entro no embalar.
Mas quando me deito
São bolhas de azeite,na água.
Pena,eu tenho de nada ver...
Ter conversado com alguém
Pensando que era um ser
De amor e não de parecer
Pois meu coração,fez doer
Ainda hoje não sei.
Se acordar,ou adormecer.
domingo, 3 de novembro de 2013
O QUE EU SOU:
Para os que me vêem
Sou invisível
Para os que não me vêem
Sonho impossível
Os que tentam me decifrar
Vão-se frustrando.
Ora equilíbrio,ora pendo-lo de balança.
Assim segue o poeta incógnito
Não sendo conhecido por ninguém
Apenas seguindo o instinto,
De se reinventar
Em cada poema,em cada escrito
Em cada folgo,de inspiração
Em cada lampejo no coração.
De quem ama a arte
De escrever,de criar e imaginar.
As impossibilidades,possíveis.
Sou médico etc.às vezes monstro
Como duas faces,da mesma moeda
Da euforia à tristeza abissal
Do amor quente e sublime
À inquietude,da solidão Árctica
Assim é o poeta que se reinventa
Não é frio nem quente
É apenas gente
Com vontade de amar e sonhar...
Sou invisível
Para os que não me vêem
Sonho impossível
Os que tentam me decifrar
Vão-se frustrando.
Ora equilíbrio,ora pendo-lo de balança.
Assim segue o poeta incógnito
Não sendo conhecido por ninguém
Apenas seguindo o instinto,
De se reinventar
Em cada poema,em cada escrito
Em cada folgo,de inspiração
Em cada lampejo no coração.
De quem ama a arte
De escrever,de criar e imaginar.
As impossibilidades,possíveis.
Sou médico etc.às vezes monstro
Como duas faces,da mesma moeda
Da euforia à tristeza abissal
Do amor quente e sublime
À inquietude,da solidão Árctica
Assim é o poeta que se reinventa
Não é frio nem quente
É apenas gente
Com vontade de amar e sonhar...
sábado, 2 de novembro de 2013
SE PARTIR...
Se um dia partir
Sem que nada diga
Não chores,minha ausência
O meu amor será eterno
Permanecerá na sua essência
Se a solidão de ti se apoderar
Tenta-a aliviar,nem que para isso
Um café tenhas que ir tomar
E no café alguém encontrar
Com quem desabafar
Mas melhor será,recordar
Os bons momentos que passamos
Como a doçura de um bom bombom
Que com tal doçura,
Nosso cérebro alivia,
Proporcionando prazer e alegria
Sê feliz,enquanto eu não chegar...
Mas se não chegar...
Espero no céu te encontrar
E um beijo de reencontro e amor te dar
Tenho o coração dorido...
Mas só eu tenho que o aturar
Pois fui eu que parti
Sem sequer,em mim pensar.
Sem que nada diga
Não chores,minha ausência
O meu amor será eterno
Permanecerá na sua essência
Se a solidão de ti se apoderar
Tenta-a aliviar,nem que para isso
Um café tenhas que ir tomar
E no café alguém encontrar
Com quem desabafar
Mas melhor será,recordar
Os bons momentos que passamos
Como a doçura de um bom bombom
Que com tal doçura,
Nosso cérebro alivia,
Proporcionando prazer e alegria
Sê feliz,enquanto eu não chegar...
Mas se não chegar...
Espero no céu te encontrar
E um beijo de reencontro e amor te dar
Tenho o coração dorido...
Mas só eu tenho que o aturar
Pois fui eu que parti
Sem sequer,em mim pensar.
SOLIDÃO...
É na solidão
Que nasce a saudade
O desejo de ter.
Quando já se não tem.
Nem um simples beijo
Ou abraço,de quem se já teve
E não tem.
É ter sempre saudade,
De um gesto esquecido
Que nos foi dado por alguém.
É a solidão que nos trás
A pura realidade
Da melancolia
De uma triste poesia.
Que transformada em canto
Nos trás a saudade
Numa simples melodia.
É a perca do amor,da paixão
Da alegria e da beleza
Que meu coração,
Já transportou um dia.
No tempo.
Que o sol para ele sorria.
Que nasce a saudade
O desejo de ter.
Quando já se não tem.
Nem um simples beijo
Ou abraço,de quem se já teve
E não tem.
É ter sempre saudade,
De um gesto esquecido
Que nos foi dado por alguém.
É a solidão que nos trás
A pura realidade
Da melancolia
De uma triste poesia.
Que transformada em canto
Nos trás a saudade
Numa simples melodia.
É a perca do amor,da paixão
Da alegria e da beleza
Que meu coração,
Já transportou um dia.
No tempo.
Que o sol para ele sorria.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
MAIS UMA VEZ...
Regresso com tristeza
Da,terra do além
Pensava lá encontrar alguém
Mas não encontrei ninguém
Pobre de mim.
Que vivo neste vai e vem
Melhor será parar e pensar
Pois só assim,poderei vir a amar
Mais uma viagem finalizada
Mais uma viagem fracassada.
Quanto eu gostava de saber
Se ainda vou encontrar
Minha amada.
A hipocrisia é igual à mentira.
Fui ludibriado.
Mas mesmo sem nada
De cara erguida ainda aqui estou
Pobre dos falsos,que mesmo sorrindo
São mais tristes,do que aquilo que eu sou
Da,terra do além
Pensava lá encontrar alguém
Mas não encontrei ninguém
Pobre de mim.
Que vivo neste vai e vem
Melhor será parar e pensar
Pois só assim,poderei vir a amar
Mais uma viagem finalizada
Mais uma viagem fracassada.
Quanto eu gostava de saber
Se ainda vou encontrar
Minha amada.
A hipocrisia é igual à mentira.
Fui ludibriado.
Mas mesmo sem nada
De cara erguida ainda aqui estou
Pobre dos falsos,que mesmo sorrindo
São mais tristes,do que aquilo que eu sou
IMIGRANTE
Que pena eu tenho
Que a vós,do imigrante
Não seja ouvida
Pequenino,como uma formiga
Nunca se dá,como vencido
Formiguinha,errante
Assim é o nosso imigrante
São o fruto de tanta luta
Sempre na esperança de à terra voltar
Sem que lhes deão,apoio ou razão
Até promessas fazem,à Sª Conceição
Para a esperança mais alimentar
De um dia em definitivo
Com um sorriso,à sua terra voltar
E poder dizer,que o seu sonho
Acabou de realizar
Que a vós,do imigrante
Não seja ouvida
Pequenino,como uma formiga
Nunca se dá,como vencido
Formiguinha,errante
Assim é o nosso imigrante
São o fruto de tanta luta
Sempre na esperança de à terra voltar
Sem que lhes deão,apoio ou razão
Até promessas fazem,à Sª Conceição
Para a esperança mais alimentar
De um dia em definitivo
Com um sorriso,à sua terra voltar
E poder dizer,que o seu sonho
Acabou de realizar
terça-feira, 29 de outubro de 2013
ESPELHO
Se a tristeza, fosse um espelho:
-À muito que a vida.
Tinha abandonado
Mas o espelho,reflecte ,a imagem
Nua e crua,que somos
Pela qual tanto lutamos
Por isso aqui estamos.
Partam-se,os espelhos...!!
Vamos à realidade:
-Se feio és,não adianta
Embelezares teus pés
Quando chegares à cabeça
Estás gasto e de novo
Tens que voltar,aos pés
Por isso,te digo :
-Assume,sê tal qual como és
Assim,evitarás de levares
Tantos pontapés
-À muito que a vida.
Tinha abandonado
Mas o espelho,reflecte ,a imagem
Nua e crua,que somos
Pela qual tanto lutamos
Por isso aqui estamos.
Partam-se,os espelhos...!!
Vamos à realidade:
-Se feio és,não adianta
Embelezares teus pés
Quando chegares à cabeça
Estás gasto e de novo
Tens que voltar,aos pés
Por isso,te digo :
-Assume,sê tal qual como és
Assim,evitarás de levares
Tantos pontapés
domingo, 27 de outubro de 2013
O AMOR DE FERNANDA ...
Mulher de gabarito eu conheci
Sem conhecer!!
Mas,perante seu parecer
Grande mulher a mim veio ter
Sem filhos para aturar
Os dos outros,veio a amar
Solidariedade,dizeis vós!!
Amor e carinho pelo próximo digo eu
Assim aconteceu:;
-A Fernanda a França foi parar
E até casar
Para filhos dos outros,aturar e até amar
Grande ser!!
Como imigrante,até podia fazer:
-Trabalhar,conquistar e regressar
Mas a pureza do seu ser
Falou mais alto...
Numa instituição entrou e logo pensou!!
À que ama-los,respeita-los
Por eles tudo farei,para que eu me sinta
Um bem de ser,sem que pense
Que alguém meu trabalho .
Venha a reconhecer...
Sem conhecer!!
Mas,perante seu parecer
Grande mulher a mim veio ter
Sem filhos para aturar
Os dos outros,veio a amar
Solidariedade,dizeis vós!!
Amor e carinho pelo próximo digo eu
Assim aconteceu:;
-A Fernanda a França foi parar
E até casar
Para filhos dos outros,aturar e até amar
Grande ser!!
Como imigrante,até podia fazer:
-Trabalhar,conquistar e regressar
Mas a pureza do seu ser
Falou mais alto...
Numa instituição entrou e logo pensou!!
À que ama-los,respeita-los
Por eles tudo farei,para que eu me sinta
Um bem de ser,sem que pense
Que alguém meu trabalho .
Venha a reconhecer...
SOLITÁRIO
Aqui estou eu sentado
Farto de pensar
Mais uma noite,igual ao dia
De alma vazia
Começo a habituar-me
Sempre na esperança de vir a amar
Quanto carinho alguém já me deu
Mas,falta o consolo no coração
Fernanda,Fernanda,minha irmã!
Tanto comigo te preocupas
Nada podes fazer....
É a sina do poeta
Por este mundo vaguear
À espera de morrer
Sem que alguém o possa socorrer
Assim ade ser enterrado
Como simples cria que morre ao nascer
Sem o amor dos seus,chegar a conhecer
Farto de pensar
Mais uma noite,igual ao dia
De alma vazia
Começo a habituar-me
Sempre na esperança de vir a amar
Quanto carinho alguém já me deu
Mas,falta o consolo no coração
Fernanda,Fernanda,minha irmã!
Tanto comigo te preocupas
Nada podes fazer....
É a sina do poeta
Por este mundo vaguear
À espera de morrer
Sem que alguém o possa socorrer
Assim ade ser enterrado
Como simples cria que morre ao nascer
Sem o amor dos seus,chegar a conhecer
sábado, 26 de outubro de 2013
VIDA DORMENTE
Quem se deita e levanta
Seu mal espanta
Pobre,daquele que não se deita
Nem um pouco de descanso tem
À média luz e acompanhado do nada
Só e com o silêncio,cá está ele
Cansado por dentro,folgado por fora
Pergunto eu:
-Quando para esta nora?
O pouco descanso,para mim é muito
O longo descanso,para vós é pouco
Como definir?
Será que sou eu que estou louco?
Ou será que vós não sabeis dormir?
Mas de qualquer modo
Sois felizes,pois acordais a sorrir
É MEU DIA
Acordei feliz!
Hoje não vou sair de casa
Descer subir,até ao jardim ir
Serei feliz...
Pois direi ao,José Augusto que amo o poeta
E ao poeta,que hoje nem que seja só hoje
Amo o José Augusto
Penso que tudo vai correr em harmonia
Um copo,uma flor,um poema
E José Augusto,no meio desta harmonia
Com musica,sem que toque
Meu coração,vai sentir alegria
Para que o sentimento não venha
Ou,qualquer estribilho
Estragar este brilho
Entre o poeta e José Augusto
É dia de reconciliação
Por isso,este dia encherá meu coração
Hoje não vou sair de casa
Descer subir,até ao jardim ir
Serei feliz...
Pois direi ao,José Augusto que amo o poeta
E ao poeta,que hoje nem que seja só hoje
Amo o José Augusto
Penso que tudo vai correr em harmonia
Um copo,uma flor,um poema
E José Augusto,no meio desta harmonia
Com musica,sem que toque
Meu coração,vai sentir alegria
Para que o sentimento não venha
Ou,qualquer estribilho
Estragar este brilho
Entre o poeta e José Augusto
É dia de reconciliação
Por isso,este dia encherá meu coração
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
STª ANA
Quem,compreende o poeta?
Eu respondo:
-Quase ninguém!!
Mas pergunto,porque vos aproximais dele?
Se o perigo é evidente!!
Quereis ser conhecidos pela desgraça
Do sentimento e da proeza de quem escreve
Só um,poeta entende outro poeta
Só um doutor entende outro doutor um psicólogo
Outro psicólogo etc.
Porquê querer fazer parte dos loucos
Como muitos de vós nos chamais?
Na verdade vos digo
É preciso conhece-los,se possível ama-los
Para que não vos arrependeis
Só assim a estes seres vos habituareis
Tal qual como STa Ana
Que nada tinha e tanto deu.
O poeta consolou,o doutor respeitou
E o psicólogo consagrou.
Ana STa ou não a recordocom consolação
Tantas vezes sentada sem nada dizer
Tanto dizia
,Para, só mais tarde alguém
Reconhecer e dizer:
-Quanto ela valia!!
Eu respondo:
-Quase ninguém!!
Mas pergunto,porque vos aproximais dele?
Se o perigo é evidente!!
Quereis ser conhecidos pela desgraça
Do sentimento e da proeza de quem escreve
Só um,poeta entende outro poeta
Só um doutor entende outro doutor um psicólogo
Outro psicólogo etc.
Porquê querer fazer parte dos loucos
Como muitos de vós nos chamais?
Na verdade vos digo
É preciso conhece-los,se possível ama-los
Para que não vos arrependeis
Só assim a estes seres vos habituareis
Tal qual como STa Ana
Que nada tinha e tanto deu.
O poeta consolou,o doutor respeitou
E o psicólogo consagrou.
Ana STa ou não a recordocom consolação
Tantas vezes sentada sem nada dizer
Tanto dizia
,Para, só mais tarde alguém
Reconhecer e dizer:
-Quanto ela valia!!
OLHAR DE DESDÉM
Diz o povo:
-Quem não chora,não mama.
Na verdade vos digo:
-Quanto já alguém chorou e nada mamou
Olhos melancólicos e até turvos do choro
A olhar e bem ,para quem comia bem
De repente alguém disse:
-Sai daqui garoto,não vês que estamos a comer?
Era o filho da Maria
Mulher,a quem aos ricos dava serventia
Sem que nada Maria pude-se fazer
Perante seu filho,com lágrimas nos olhos
E seu sustento não perder
Teve que dizer:
-Garoto sai daqui,não vês os Senhores a comer?
O garoto,respondeu:
-Tira teu avental e teu filho vem alimentar.
Comeremos ervas selvagens,frutos agrestes
Mas amar-te-hei e tu me amarás
Mesmo que não tenhamos vestes
Vem mãe,ama-me e eu te amarei
Tu és,todo meu ser e eu o teu rei.
-Quem não chora,não mama.
Na verdade vos digo:
-Quanto já alguém chorou e nada mamou
Olhos melancólicos e até turvos do choro
A olhar e bem ,para quem comia bem
De repente alguém disse:
-Sai daqui garoto,não vês que estamos a comer?
Era o filho da Maria
Mulher,a quem aos ricos dava serventia
Sem que nada Maria pude-se fazer
Perante seu filho,com lágrimas nos olhos
E seu sustento não perder
Teve que dizer:
-Garoto sai daqui,não vês os Senhores a comer?
O garoto,respondeu:
-Tira teu avental e teu filho vem alimentar.
Comeremos ervas selvagens,frutos agrestes
Mas amar-te-hei e tu me amarás
Mesmo que não tenhamos vestes
Vem mãe,ama-me e eu te amarei
Tu és,todo meu ser e eu o teu rei.
RECORDAR É VIVER
Mais um dia de folga
Sai de casa para uma volta dar
Sem o trajecto planear
E sem hora para voltar
A Sesimbra foi parar
Quando ali chegou ,o carro estacionou
Logo deu consigo a pensar
Nos momentos que com alguém ali passou
Sem saber como,no Lobo do Mar entrou
Seu coração gelou
Quando o Xavier cumprimentou
Eele por alguém perguntou
A saudade aumentou
Por tudo que ali com alguém passou
Depois foi ver o mar
Como antes faziam,nas noites de luar
Seus olhos húmidos,ficaram
As lágrimas,no seu rosto rolaram
Misturando-se com a água do mar
Ao seu rosto lavar
Recordando seu amor perdido
Que na sua vida fez tanto sentido
Sai de casa para uma volta dar
Sem o trajecto planear
E sem hora para voltar
A Sesimbra foi parar
Quando ali chegou ,o carro estacionou
Logo deu consigo a pensar
Nos momentos que com alguém ali passou
Sem saber como,no Lobo do Mar entrou
Seu coração gelou
Quando o Xavier cumprimentou
Eele por alguém perguntou
A saudade aumentou
Por tudo que ali com alguém passou
Depois foi ver o mar
Como antes faziam,nas noites de luar
Seus olhos húmidos,ficaram
As lágrimas,no seu rosto rolaram
Misturando-se com a água do mar
Ao seu rosto lavar
Recordando seu amor perdido
Que na sua vida fez tanto sentido
PENDORADO
Aqui estou eu pendurado
Como um simples casaco
À espera que alguém o vista
Passei a noite,já é dia
Nada vi,nem ao meu encontro veio
O meu desejo
Cego eu sou, na noite e no dia
Que faço?
Para onde partir?
Melhor será,esperar até anoitecer
E de cansaço me esquecer
Sinto um sorriso nos lábios
Coração apertado,não sei!
Se o sorriso,vem de alguém
E o aperto no coração
Se será de dor ou desdém
Como um simples casaco
À espera que alguém o vista
Passei a noite,já é dia
Nada vi,nem ao meu encontro veio
O meu desejo
Cego eu sou, na noite e no dia
Que faço?
Para onde partir?
Melhor será,esperar até anoitecer
E de cansaço me esquecer
Sinto um sorriso nos lábios
Coração apertado,não sei!
Se o sorriso,vem de alguém
E o aperto no coração
Se será de dor ou desdém
O DESVALIDO
Pena é que a voz,do desvalido
Não seja,ouvida e considerada
Levai-lo a pensar :
-Nada sou,nem sei para onde vou...
Baralhado,pelo desprezo
E pelas águas,de correntes turvas
Sem saber quando tem pé
Fica humildemente sentado
À espera que alguém o ouça
Na esperança,de ser considerado
Respeitado e quem sabe até amado
:
Não seja,ouvida e considerada
Levai-lo a pensar :
-Nada sou,nem sei para onde vou...
Baralhado,pelo desprezo
E pelas águas,de correntes turvas
Sem saber quando tem pé
Fica humildemente sentado
À espera que alguém o ouça
Na esperança,de ser considerado
Respeitado e quem sabe até amado
:
sábado, 19 de outubro de 2013
TEMPO PERDIDO
Vivi de ilusões,ainda hoje não sei
Enquanto o fiz,perdi tempo
E amigos pensando que ganhava
Hoje assumo,ser o fruto de uma simples silva
Por sorte sem picos,que possam picar alguém
Sou um homem sem peso,ou medida
Nunca sei quando me levanto
Ou até onde o vento me leva
Hoje vivo assim:
Se tenho como,se não tenho não como
Tal qual um ser que vive na natureza
E seus sentimentos,apura
Da distância se apercebe,quando mal amado
Amai o próximo,pois sereis amados
Como eu tive que fazer ao empobrecer
Sem me esquecer,do bem e do mal
Que através,de muitos a mim veio ter.
Enquanto o fiz,perdi tempo
E amigos pensando que ganhava
Hoje assumo,ser o fruto de uma simples silva
Por sorte sem picos,que possam picar alguém
Sou um homem sem peso,ou medida
Nunca sei quando me levanto
Ou até onde o vento me leva
Hoje vivo assim:
Se tenho como,se não tenho não como
Tal qual um ser que vive na natureza
E seus sentimentos,apura
Da distância se apercebe,quando mal amado
Amai o próximo,pois sereis amados
Como eu tive que fazer ao empobrecer
Sem me esquecer,do bem e do mal
Que através,de muitos a mim veio ter.
INQUÉRITO
Tanta pergunta eu fiz
A quem como amiga adorei
Respostas vieram por,linhas travessas
Penso que a algum lado cheguei:
Aqui vão as perguntas e respostas também:
-Você é cobra venenosa?
Posso matar por asfixia,não com raiva mas por ironia
-Você já caiu na calçada?
Não!...Se cai foi por precaução,como exemplo
De outros saberem onde por o pé no chão
-Já foi feliz?
Talvez sim ,talvez não
Tudo dependeu,no adivinhar onde estava meu coração
-Já atirou com um pau a um gato?
Não!...Só tinha um pau na mão
Mas que o gato miou,miou
-O que é para si psicologia?
Não sei!...Dentro da psicologia também há :
A para-psicologia e Psico-analise enfim...
Mas ainda não fui avaliada:
Como me posso considerar,verdadeiramente doutorada?
-Depois do inquérito,fiquei devidamente informado!!
Uma pessoa conheci,antes que ela se conhece-se
Melhor seria que fosse normal,teria perdido meu tempo
Melhor me sentiria e com bem mais alegria
A quem como amiga adorei
Respostas vieram por,linhas travessas
Penso que a algum lado cheguei:
Aqui vão as perguntas e respostas também:
-Você é cobra venenosa?
Posso matar por asfixia,não com raiva mas por ironia
-Você já caiu na calçada?
Não!...Se cai foi por precaução,como exemplo
De outros saberem onde por o pé no chão
-Já foi feliz?
Talvez sim ,talvez não
Tudo dependeu,no adivinhar onde estava meu coração
-Já atirou com um pau a um gato?
Não!...Só tinha um pau na mão
Mas que o gato miou,miou
-O que é para si psicologia?
Não sei!...Dentro da psicologia também há :
A para-psicologia e Psico-analise enfim...
Mas ainda não fui avaliada:
Como me posso considerar,verdadeiramente doutorada?
-Depois do inquérito,fiquei devidamente informado!!
Uma pessoa conheci,antes que ela se conhece-se
Melhor seria que fosse normal,teria perdido meu tempo
Melhor me sentiria e com bem mais alegria
O POETA
O poeta despe-se das penas que sente
Com pena,fica lá sempre mais uma
Pena de não ter penas
Pobre poeta,que pensa sem querer pensar
Ama sem querer amar
Mas o que seria dele sem penas,para penar?
Ama com tal ardor,que sente dor,do seu amor
Sem amor sofre de dor,se tem amor sofre também
Difícil é compreender o poeta
Que nasceu para amar,com dor
Pois nada consegue sem dor
Amante arrebatado,alpinista inveterado,
Musico e até pintor
Na falta do amor,é mendigo,sofre como um danado
Angustiado,a solidão ao chão o proteja
O poeta desabafa,em versos suas penas
Ama canta e dança,de alegria ou de dor
Embeleza o mundo,pinta-o de cor
Na esperança de voltar a encontrar o amor
Com pena,fica lá sempre mais uma
Pena de não ter penas
Pobre poeta,que pensa sem querer pensar
Ama sem querer amar
Mas o que seria dele sem penas,para penar?
Ama com tal ardor,que sente dor,do seu amor
Sem amor sofre de dor,se tem amor sofre também
Difícil é compreender o poeta
Que nasceu para amar,com dor
Pois nada consegue sem dor
Amante arrebatado,alpinista inveterado,
Musico e até pintor
Na falta do amor,é mendigo,sofre como um danado
Angustiado,a solidão ao chão o proteja
O poeta desabafa,em versos suas penas
Ama canta e dança,de alegria ou de dor
Embeleza o mundo,pinta-o de cor
Na esperança de voltar a encontrar o amor
domingo, 13 de outubro de 2013
QUEM TERÁ RAZÃO ?
Um levantamento foi feito
No inicio de um projecto
Comentários,fotos e muito mais
Foram apresentados
Depois destes factos
O projecto foi dado como terminado
Houve sim comentários,recentes e outros não
Foram feitos no sentido de brincar
E até outro ser assanhar
Contra os factos não à argumentos
Concordo também
Mas não nos devemos esquecer da excepção
Os factos ganharam uma batalha
A excepção perdeu a razão
Ao silêncio se vai remeter
E com novos factos aparecer
À que saber esperar,dar tempo ao tempo
Para que a excepção se torne razão
Ade voltar à luta devagar de devagarinho
Como quem pensa
Com acalmia,sentado numa lareira
Para quando avançar ganhe a guerra
E traga a bandeira
Assim a excepção se vai tornar razão
No inicio de um projecto
Comentários,fotos e muito mais
Foram apresentados
Depois destes factos
O projecto foi dado como terminado
Houve sim comentários,recentes e outros não
Foram feitos no sentido de brincar
E até outro ser assanhar
Contra os factos não à argumentos
Concordo também
Mas não nos devemos esquecer da excepção
Os factos ganharam uma batalha
A excepção perdeu a razão
Ao silêncio se vai remeter
E com novos factos aparecer
À que saber esperar,dar tempo ao tempo
Para que a excepção se torne razão
Ade voltar à luta devagar de devagarinho
Como quem pensa
Com acalmia,sentado numa lareira
Para quando avançar ganhe a guerra
E traga a bandeira
Assim a excepção se vai tornar razão
sábado, 12 de outubro de 2013
PORQUÊ?
Porquê?
Pergunto eu!!
Respeitar o sentimento dos outros?
E nem para os meus olhar?
Será que tenho que ser palhaço errante?
Sorrir sem vontade,apoiar o que é errado
Nunca ter margem para ser,mas sim para parecer
Alguém quer fazer de mim este ser!
Pouca gordura eu tenho
Será consumida pelo tempo
E é o tempo que pouco ou muito me resta
Partirei,não sei para onde
Morrerei não sei onde
Só meu corpo vos dirá
Não sei quanto tempo resistirá
Morrerei com um olho a sorrir,outro a chorar
O que chorar chora pelo tempo que perdi
O que sorrir,sorri pelo pouco que vivi
Pergunto eu!!
Respeitar o sentimento dos outros?
E nem para os meus olhar?
Será que tenho que ser palhaço errante?
Sorrir sem vontade,apoiar o que é errado
Nunca ter margem para ser,mas sim para parecer
Alguém quer fazer de mim este ser!
Pouca gordura eu tenho
Será consumida pelo tempo
E é o tempo que pouco ou muito me resta
Partirei,não sei para onde
Morrerei não sei onde
Só meu corpo vos dirá
Não sei quanto tempo resistirá
Morrerei com um olho a sorrir,outro a chorar
O que chorar chora pelo tempo que perdi
O que sorrir,sorri pelo pouco que vivi
O MEU CÉREBRO
Dias à que nos apetece
Ouvir o sentimento
Outros à até aquilo que não apreciamos
Para que nesse momento
Possa-mos sentir um pouco de felicidade
Musica daqui,musica dali saltar e até brincar
Pensa-mos ser nós
Mas no final volta-mos a estar sós
Que triste é acordar
Melhor seria passar a vida a sonhar
Quem acorda não vive
Mas quem sonha acorda
E lá se vai o sonho,volta a vida
Que cérebro é o meu até me envergonho
Já estou habituado
Pois tantas vezes já me levou
Para o lado errado
Cérebro sonhador louco como eu
Adormecido tal qual como um ateu
Ouvir o sentimento
Outros à até aquilo que não apreciamos
Para que nesse momento
Possa-mos sentir um pouco de felicidade
Musica daqui,musica dali saltar e até brincar
Pensa-mos ser nós
Mas no final volta-mos a estar sós
Que triste é acordar
Melhor seria passar a vida a sonhar
Quem acorda não vive
Mas quem sonha acorda
E lá se vai o sonho,volta a vida
Que cérebro é o meu até me envergonho
Já estou habituado
Pois tantas vezes já me levou
Para o lado errado
Cérebro sonhador louco como eu
Adormecido tal qual como um ateu
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
O MEU SENTIMENTO
Quem parte e abandona um coração
Sabe o que faz
Mas quem fica não sabe o que faz
Chama pelo nome como antes
Àquilo que já não é dele e assim vai andando
Durante tanto tempo sofre desilusões
Chama,chama mas não é ouvido
Tenta aproximar-se de alguém
Na esperança que seja chamado de querido
Mas não apagando o passado
Não chegamos a nenhum lado
Não sei explicar este sentimento
Pois não tenho com quem desabafar
Ou até amar
Cavalos lindos,galinhas,cães etc
Fizeram parte de mim
Amei-os como uma criança ama
Seu brinquedo pensando não ter fim
De nada me valeu
Julgue-me quem quiser pois aqui estou eu
Nada tenho para além do papel e caneta
Nem me preocupa se vou acabar numa valeta
Sabe o que faz
Mas quem fica não sabe o que faz
Chama pelo nome como antes
Àquilo que já não é dele e assim vai andando
Durante tanto tempo sofre desilusões
Chama,chama mas não é ouvido
Tenta aproximar-se de alguém
Na esperança que seja chamado de querido
Mas não apagando o passado
Não chegamos a nenhum lado
Não sei explicar este sentimento
Pois não tenho com quem desabafar
Ou até amar
Cavalos lindos,galinhas,cães etc
Fizeram parte de mim
Amei-os como uma criança ama
Seu brinquedo pensando não ter fim
De nada me valeu
Julgue-me quem quiser pois aqui estou eu
Nada tenho para além do papel e caneta
Nem me preocupa se vou acabar numa valeta
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
QUE JARDIM É ESTE ?
Que jardim,tão lindo
Eu pensei ter encontrado
Era a fotografia enganosa de outro...
Mesmo assim amei
Hoje eu sei que já não à jardins
Mas flores errantes
Que passam em qualquer jardim
Para serem fotografadas e nos lúbriar
Velho,cansado e sem lar
Vivo na esperança de um dia
Nesse jardim entrar
Para que um dia essa flor possa beijar
Porque não acordo?
Para a mim próprio respeitar?
É destino,não sei
Que responda esse ser
Que amo e amarei...
Fico na esperança de que
Essa flor abraçarei...
Eu pensei ter encontrado
Era a fotografia enganosa de outro...
Mesmo assim amei
Hoje eu sei que já não à jardins
Mas flores errantes
Que passam em qualquer jardim
Para serem fotografadas e nos lúbriar
Velho,cansado e sem lar
Vivo na esperança de um dia
Nesse jardim entrar
Para que um dia essa flor possa beijar
Porque não acordo?
Para a mim próprio respeitar?
É destino,não sei
Que responda esse ser
Que amo e amarei...
Fico na esperança de que
Essa flor abraçarei...
PÁSSARO ERRANTE
De árvore em árvore
Tento fazer o meu ninho
Sempre,que o começo
A árvore se despe e cai
Mesmo que lá fica-se
Com uma simples fisgada
O derrubariam
Já não penso em mais construções
Vou viver como essas árvores de ilusões
Meu ninho no chão aqui está
Assim ninguém o derrubará
Hoje uma dessas árvores foi derrubada
E queimada...
Com lágrimas vos digo
Podia pelo menos servir para cabo de enxada
Sinto meu corpo derrotado e minha alma esgotada
Tento fazer o meu ninho
Sempre,que o começo
A árvore se despe e cai
Mesmo que lá fica-se
Com uma simples fisgada
O derrubariam
Já não penso em mais construções
Vou viver como essas árvores de ilusões
Meu ninho no chão aqui está
Assim ninguém o derrubará
Hoje uma dessas árvores foi derrubada
E queimada...
Com lágrimas vos digo
Podia pelo menos servir para cabo de enxada
Sinto meu corpo derrotado e minha alma esgotada
sábado, 5 de outubro de 2013
UMA ROSA UMA MÃE
Qual é a mãe que não gosta de um rosa?
Qual é a mãe que não gosta de ser prendada
Com uma rosa dos seus próprios rebentos?
Rebentos,rebentos acordai
Vossa mãe está à espera
Um simples sorriso é uma rosa
Essa rosa é vossa mãe
Alguém que vos ama ou amou
O amor dá-se em vida
Mas depois da morte também
Em vida com um simples beijo
Depois da morte põe uma rosa na terra
Porque já partiu
Se o fizeres olha para o céu
E vês que ela sorriu
Qual é a mãe que não gosta de ser prendada
Com uma rosa dos seus próprios rebentos?
Rebentos,rebentos acordai
Vossa mãe está à espera
Um simples sorriso é uma rosa
Essa rosa é vossa mãe
Alguém que vos ama ou amou
O amor dá-se em vida
Mas depois da morte também
Em vida com um simples beijo
Depois da morte põe uma rosa na terra
Porque já partiu
Se o fizeres olha para o céu
E vês que ela sorriu
SENTIMENTO DE MÃE
Sentada,à porta de sua casa
Numa simples pedra
Eu vi uma velhinha a chorar
Pensando alguma coisa precisar
A ela me dirigi e perguntei
Precisa de alguma coisa?
Ela com lágrimas rasgando seu rosto
Me respondeu:
Meu filho está a chegar
Foi para fora lutar,para até hoje me alimentar
Pensei não o voltar a ver,mas hoje vai aparecer
Para meu espanto um táxi chegou
E seu filho abraçou
Choro longo e soluços eu ouvi
Meu coração se rasgou chorei e sorri
Que forte coração tem uma mãe
Já com idade de morrer,consegue viver
Para seu filho abraçar
Nem mais se preocupar.
Mesmo que a seguir seu coração se venha a apagar
Numa simples pedra
Eu vi uma velhinha a chorar
Pensando alguma coisa precisar
A ela me dirigi e perguntei
Precisa de alguma coisa?
Ela com lágrimas rasgando seu rosto
Me respondeu:
Meu filho está a chegar
Foi para fora lutar,para até hoje me alimentar
Pensei não o voltar a ver,mas hoje vai aparecer
Para meu espanto um táxi chegou
E seu filho abraçou
Choro longo e soluços eu ouvi
Meu coração se rasgou chorei e sorri
Que forte coração tem uma mãe
Já com idade de morrer,consegue viver
Para seu filho abraçar
Nem mais se preocupar.
Mesmo que a seguir seu coração se venha a apagar
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
DESPEDIDA (PAULO)
Chamo teu nome.
Sem me esquecer do teu cansaço
Sei que vais partir...
Leva de mim um grande abraço
Posso parecer sem jeito
Mas é o que sinto no meu peito
Vais e vens sem sentido da distancia
Do hospital entrando e saindo
Mas quem por ti passa parece que estás sorrindo
Só me resta dizer que para sempre te eide querer
Tens sentido de amar,pena é a situação não deixar
Para que alguém te pode-se também amar e considerar
Sem me esquecer do teu cansaço
Sei que vais partir...
Leva de mim um grande abraço
Posso parecer sem jeito
Mas é o que sinto no meu peito
Vais e vens sem sentido da distancia
Do hospital entrando e saindo
Mas quem por ti passa parece que estás sorrindo
Só me resta dizer que para sempre te eide querer
Tens sentido de amar,pena é a situação não deixar
Para que alguém te pode-se também amar e considerar
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
SONHO
Num sonho vi minha mãe
Sorrindo para uma linda mulher
E de lado olhando par mim
Eu compreendi seu desejo
Ela sabe bem quem eide amar
Vou respeitar sua vontade
Do fundo do coração
Até que esse ser tome posse
Do meu coração
E nos dei-a essa consolação
Sorrindo para uma linda mulher
E de lado olhando par mim
Eu compreendi seu desejo
Ela sabe bem quem eide amar
Vou respeitar sua vontade
Do fundo do coração
Até que esse ser tome posse
Do meu coração
E nos dei-a essa consolação
TIA SÃO
Minha querida tia
Sei que em muitas horas eu deixei de te dizer
O quanto você foi importante em meu viver
Você foi minha mãe,minha tia!minha amiga!
Foi quem nas horas de dor me deu consolo e abrigo
Quando perdi minha mãezinha
Fiquei desolado neste mundo
Mas você me compreendeu e me acolheu
Me orientou ,deu amor
E sempre dizendo esquece a dor
Fez de mim um homem de bem!Que hoje sou
Peço a Deus pai do universo
Que te guarde com carinho
Pois você foi o anjo da guarda
Que Ele pôs no meu caminho
Quando eu estava tão sozinho
Sei que em muitas horas eu deixei de te dizer
O quanto você foi importante em meu viver
Você foi minha mãe,minha tia!minha amiga!
Foi quem nas horas de dor me deu consolo e abrigo
Quando perdi minha mãezinha
Fiquei desolado neste mundo
Mas você me compreendeu e me acolheu
Me orientou ,deu amor
E sempre dizendo esquece a dor
Fez de mim um homem de bem!Que hoje sou
Peço a Deus pai do universo
Que te guarde com carinho
Pois você foi o anjo da guarda
Que Ele pôs no meu caminho
Quando eu estava tão sozinho
NOITE OU DIA
Não consigo destingir a noite do dia
Pobre de mim,pensando bem sou cego
Quem me dera apalpar e não ver
Quantas vezes já vi o horizonte
Sem nele poder navegar
Melhor seria apalpar e não ver
Grande tu és e nada eu sou
Perdi-me no tempo,que grande sofrimento
Eu sinto,por quem sempre me amou
Nada posso fazer,para além de esperar
Que escuro dia e que noite tão clara
Assim é a vida de quem deseja amar
Sede felizes,já que eu não posso
Heronia do destino de quem por mais que lute
Não tem ninho
E morrerá na rua sem amor nem carinho
Pobre de mim,pensando bem sou cego
Quem me dera apalpar e não ver
Quantas vezes já vi o horizonte
Sem nele poder navegar
Melhor seria apalpar e não ver
Grande tu és e nada eu sou
Perdi-me no tempo,que grande sofrimento
Eu sinto,por quem sempre me amou
Nada posso fazer,para além de esperar
Que escuro dia e que noite tão clara
Assim é a vida de quem deseja amar
Sede felizes,já que eu não posso
Heronia do destino de quem por mais que lute
Não tem ninho
E morrerá na rua sem amor nem carinho
sábado, 21 de setembro de 2013
SOFOCADO
Sinto-me como um peixe,à superfície da água
Com a boca aberta
Águas poluídas,tal qual a sociedade
Que nos polui e afoga,com a sua maldade
Circulando à procura de oxigénio,aqui ando eu
Não sei se consigo,sinto o cerco a apertar
Será que meus pulmões,vão aguentar?
Quem me dera.
Para na hipocrisia poder entrar
Sem necessidade até de respirar
Vos garanto,que a seguir vivia bem
Até passava por alguém
Sinto falta de oxigénio,não consigo respirar
Vou para sempre me isolar
Para deste mundo,mal feitor me libertar
Com a boca aberta
Águas poluídas,tal qual a sociedade
Que nos polui e afoga,com a sua maldade
Circulando à procura de oxigénio,aqui ando eu
Não sei se consigo,sinto o cerco a apertar
Será que meus pulmões,vão aguentar?
Quem me dera.
Para na hipocrisia poder entrar
Sem necessidade até de respirar
Vos garanto,que a seguir vivia bem
Até passava por alguém
Sinto falta de oxigénio,não consigo respirar
Vou para sempre me isolar
Para deste mundo,mal feitor me libertar
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
SENTADO
Aqui estou eu à mingua do amor
Velho e sem esperança
Melhor seria o vosso Deus me levar
Sem algum mal fazer todo mal a mim vem ter
Às vezes nem eu sei quem sou
Dizeis vós que não sou ninguém
Pois por vós me tomais
Mostrai ao mundo quem sois
E o mundo dirá são irracionais
Já não tenho mais pérolas
Até ao fim da minha vida
Vou viver...
Já o devia ter feito
Quase esperei primeiro morre
Ninguém tenha pena de mim
Não fui amado mas amei
Velho e sem esperança
Melhor seria o vosso Deus me levar
Sem algum mal fazer todo mal a mim vem ter
Às vezes nem eu sei quem sou
Dizeis vós que não sou ninguém
Pois por vós me tomais
Mostrai ao mundo quem sois
E o mundo dirá são irracionais
Já não tenho mais pérolas
Até ao fim da minha vida
Vou viver...
Já o devia ter feito
Quase esperei primeiro morre
Ninguém tenha pena de mim
Não fui amado mas amei
QUE MUNDO É ESTE
Quanto já sofri,nem sei.
Só sei que estou aqui.
Melhor seria nascer cego e mudo.
Para não ver para não falar
E neste mundo poder andar
Quem me dera assim ser
Toda a minha tristeza iria desaparecer
Triste sina a minha de ouvir e ver
Criticar quando calado podia ficar
Não sorri-o sem vontade não digo amo sem amar
Não digo sim com vontade de dizer não
Que me espera?
A triste sina de neste mundo ir vivendo
Sem que alguém venha a mim e compreenda
Já deixei um mundo para trás
Restam-me dias
Dos dias que me restam penso:
-Estou só,nada me preocupa
Estou acompanhado por mim
Até que alguém destrave esta nora
E seja transportado,por uma corrente sem fim
Só sei que estou aqui.
Melhor seria nascer cego e mudo.
Para não ver para não falar
E neste mundo poder andar
Quem me dera assim ser
Toda a minha tristeza iria desaparecer
Triste sina a minha de ouvir e ver
Criticar quando calado podia ficar
Não sorri-o sem vontade não digo amo sem amar
Não digo sim com vontade de dizer não
Que me espera?
A triste sina de neste mundo ir vivendo
Sem que alguém venha a mim e compreenda
Já deixei um mundo para trás
Restam-me dias
Dos dias que me restam penso:
-Estou só,nada me preocupa
Estou acompanhado por mim
Até que alguém destrave esta nora
E seja transportado,por uma corrente sem fim
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
LAR APAGADO
O homem que eu amei
Um dia alguém mo roubou
O meu castelo caiu
Em areia se tornou
O casamento acabou
Mas o sentimento ficou
O poeta e escritor
Que escrevia coisas de amor
Quando sobre mim escrevia
Que feliz eu me sentia
Mas alguém seu coração conquistou
Para longe de mim o levou
A Inglaterra foi parar
Pois com a Tina foi morar
Assim este ser destruiu o meu lar.
(Autora:Ana Beatriz Gomes Ribeiro)
PARTIDA INESPERADA
Numa pequena Vila te conheci.
Foi o inicio de uma corrida,à procura da vida.
De Vila em Vila,Cidade em Cidade.
Aumentando sempre o amor e fraternidade.
Do pensamento à escrita e poesia.
Foi tão rápido,como da noite para o dia.
Orgulho tiveste e tanta noite me acompanhas-te.
Que saudade eu tenho,do tempo que me amas-te.
Mesmo desmoralizado,continuei a escrever.
Sabendo que te ia perder.
Triste noite,após um jantar cheguei a casa .
Tinha partido quem eu pensava.
Que seria para sempre,minha mulher e me amava.
Sentindo-me só e triste do país saí.
A Inglaterra vim parar.
Não sei por quanto tempo, me vou aguentar.
Pois só me resta esperar.
.
Foi o inicio de uma corrida,à procura da vida.
De Vila em Vila,Cidade em Cidade.
Aumentando sempre o amor e fraternidade.
Do pensamento à escrita e poesia.
Foi tão rápido,como da noite para o dia.
Orgulho tiveste e tanta noite me acompanhas-te.
Que saudade eu tenho,do tempo que me amas-te.
Mesmo desmoralizado,continuei a escrever.
Sabendo que te ia perder.
Triste noite,após um jantar cheguei a casa .
Tinha partido quem eu pensava.
Que seria para sempre,minha mulher e me amava.
Sentindo-me só e triste do país saí.
A Inglaterra vim parar.
Não sei por quanto tempo, me vou aguentar.
Pois só me resta esperar.
.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
REGRESSO AMARGO
Não chores amigo.
Nem peças perdão.
A vida é nua e crua,para quem ama.
Teu Deus e o meu,é diferente dos que não amam.
Vais entrar em casa,só...
Mas bem acompanhado,vais ficar.
Quando teus filhos,fores buscar.
E deles sentires o abraço terno e a boca rasgada a sorrir.
Com cadeira ou sem cadeira,vais continua-los a amar.
Sem visão casa-te com a mulher errada.
Teus filhos abandonou,quando merecia ser ela abandonada.
Teus filhinhos deficientes e tu sem dinheiro para carro ou cadeiras.
Leva-os num carro de mão,sem vergonha mas com proeza.
Pois foi assim,que os quis a mãe natureza.
Maldito seja quem vê e se aproveita de quem não vê.
Homem,homem não chores tem fé,teus filhos as-de criar.
Sem olhares para trás e nada recear.
Nem peças perdão.
A vida é nua e crua,para quem ama.
Teu Deus e o meu,é diferente dos que não amam.
Vais entrar em casa,só...
Mas bem acompanhado,vais ficar.
Quando teus filhos,fores buscar.
E deles sentires o abraço terno e a boca rasgada a sorrir.
Com cadeira ou sem cadeira,vais continua-los a amar.
Sem visão casa-te com a mulher errada.
Teus filhos abandonou,quando merecia ser ela abandonada.
Teus filhinhos deficientes e tu sem dinheiro para carro ou cadeiras.
Leva-os num carro de mão,sem vergonha mas com proeza.
Pois foi assim,que os quis a mãe natureza.
Maldito seja quem vê e se aproveita de quem não vê.
Homem,homem não chores tem fé,teus filhos as-de criar.
Sem olhares para trás e nada recear.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
ESTILISTA
Cabeça mais levantada,para ver o rosto de alguém.
Vejo um altar,com capacidade diminuída.
A força das circunstancias,me deu o direito de ver .
Avestruzes a desfilar...
Eu como galinha,até cheguei a ajudar.
Na passadeira vermelha,a algumas passar.
Ainda hoje,em minha casa tenho, passadeiras vermelhas.
E nelas continuo a desfilar.
Vantagem de ser galinha,que nem pescoço tem.
Mas sempre amada pelo mesmo alguém.
Avestruzes,avestruzes,não vou mais subir.
Mas vós com o pescoço esticado,não conseguis lá chegar.
As vossas passadeiras,já descoraram.
As minhas mantêm a mesma cor viva e original.
De que vale ser grande,sendo manipulada.
Melhor é ser pequenina,comandar e não ser comandada.
Para que em tranquilidade,possa amar e ser amada.
Vejo um altar,com capacidade diminuída.
A força das circunstancias,me deu o direito de ver .
Avestruzes a desfilar...
Eu como galinha,até cheguei a ajudar.
Na passadeira vermelha,a algumas passar.
Ainda hoje,em minha casa tenho, passadeiras vermelhas.
E nelas continuo a desfilar.
Vantagem de ser galinha,que nem pescoço tem.
Mas sempre amada pelo mesmo alguém.
Avestruzes,avestruzes,não vou mais subir.
Mas vós com o pescoço esticado,não conseguis lá chegar.
As vossas passadeiras,já descoraram.
As minhas mantêm a mesma cor viva e original.
De que vale ser grande,sendo manipulada.
Melhor é ser pequenina,comandar e não ser comandada.
Para que em tranquilidade,possa amar e ser amada.
JOANINHA
Hoje uma joaninha salvei.
Ser pequenino,mas de se afogar a livrei.
Ser pequenino,para tantos sem valor.
Mas não deixa de ser um ser,bonito cheio de amor.
Animais de grande porte,gostais de salvar.
E os seres pequeninos?
Da-vos riso de gozo e desdém.
Tudo isto porque não sois alguém.
Pequenino,este ser mas sem luta.
Por isso tantas vezes pisado.
Quebrai vossos castelos.
Amai um simples grão de areia.
Aqueles a quem chamais insignificantes.
São seres da natureza.
Tem um pequeno corpo.
Mas muita inteligência e beleza.
QUEM SERÁ ?
Uma mulher conheci,sem nada me ser.
Linda por dentro,limpa por fora.
Tem beleza e firmeza.
Complicado para ti,esta situação...
Fácil para mim e para quem tem intuição.
Não é imaginária,mas sim um ser tal qual como tantos.
Ama sua família,principalmente sua netinhã.
Sinto um chamamento,no meu coração tal como:
-O chamamento de uma irmã ou irmão.
Escritora ou poetisa,tanto me faz.
Está presente no meu coração.
Com muito prazer e admiração.
A distância é grande,maior é minha pobreza.
Por não pode-la abraçar com firmeza.
Do mesmo modo,que uma planta.
Se agarra à terra com suas raízes.
Quando traída pela natureza.
.
www.joseribeiro2011.blogspot.pt
Linda por dentro,limpa por fora.
Tem beleza e firmeza.
Complicado para ti,esta situação...
Fácil para mim e para quem tem intuição.
Não é imaginária,mas sim um ser tal qual como tantos.
Ama sua família,principalmente sua netinhã.
Sinto um chamamento,no meu coração tal como:
-O chamamento de uma irmã ou irmão.
Escritora ou poetisa,tanto me faz.
Está presente no meu coração.
Com muito prazer e admiração.
A distância é grande,maior é minha pobreza.
Por não pode-la abraçar com firmeza.
Do mesmo modo,que uma planta.
Se agarra à terra com suas raízes.
Quando traída pela natureza.
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sexta-feira, 6 de setembro de 2013
DA FELICIDADE À MÁGOA
Depois de um jantar,feliz pensei eu!!
Sorrisos,boa disposição.
Os convidados partiram,que grande desilusão!
Fiquei pensei eu!acompanhado?
Na verdade foi das poucas vezes que me libertei.
Pena minha,mais uma vez sozinho me deitei.
As magoas são razão de chorar.
Mas mais triste é viver,com quem não compreende
Nem sabe amar.
Tantas partidas e chegadas,quase pareço uma estação.
Por mais que parta e chegue,jamais encontrarei
O amor e tranquilidade no meu coração.
Melhor seria nunca ter sido,concebido.
Pois,na inexistência teria sido desejado e até amado.
Sorrisos,boa disposição.
Os convidados partiram,que grande desilusão!
Fiquei pensei eu!acompanhado?
Na verdade foi das poucas vezes que me libertei.
Pena minha,mais uma vez sozinho me deitei.
As magoas são razão de chorar.
Mas mais triste é viver,com quem não compreende
Nem sabe amar.
Tantas partidas e chegadas,quase pareço uma estação.
Por mais que parta e chegue,jamais encontrarei
O amor e tranquilidade no meu coração.
Melhor seria nunca ter sido,concebido.
Pois,na inexistência teria sido desejado e até amado.
AMIGO...PROCURA-SE
Que saiba falar,mas principalmente ouvir e calar.
Que queira mais repartir que receber.
Que sinta os meus problemas,mais que os seus.
Que me julgue inocente ao dizerem-lhe que fui presa.
Que me acredite sempre,ainda que não compreenda certas coisas a meu respeito.
Que não seja estúpido nem se julgue inteligente.
Que deixe de comer para não me deixar cair na praça pública.
Que deixe de dormir para que eu possa descansar .
Enfim que queira ser outro eu...
Que queira mais repartir que receber.
Que sinta os meus problemas,mais que os seus.
Que me julgue inocente ao dizerem-lhe que fui presa.
Que me acredite sempre,ainda que não compreenda certas coisas a meu respeito.
Que não seja estúpido nem se julgue inteligente.
Que deixe de comer para não me deixar cair na praça pública.
Que deixe de dormir para que eu possa descansar .
Enfim que queira ser outro eu...
DOR...
Lutando,lutando cá vou andando.
Com vontade até de desaparecer.
Tudo na vida me aparece,desde a formiga ao elefante.
Anestesiado ainda hoje penso que estou.
Para não sentir,a simples mordedela da formiga.
Até à grande trombada do elefante.
Sou um ser,sem mal querer seja a quem for.
A razão de tanta dor...
Quem faz mal nem pensa...
Sem que se preocupem,são felizes.
Pois,vive de mal fazer e ilusão.
Pobre daquele que lhe dá a mão .
Pois os mal fazejos nem sonham o que é
A dor de um pobre coração.
Com vontade até de desaparecer.
Tudo na vida me aparece,desde a formiga ao elefante.
Anestesiado ainda hoje penso que estou.
Para não sentir,a simples mordedela da formiga.
Até à grande trombada do elefante.
Sou um ser,sem mal querer seja a quem for.
A razão de tanta dor...
Quem faz mal nem pensa...
Sem que se preocupem,são felizes.
Pois,vive de mal fazer e ilusão.
Pobre daquele que lhe dá a mão .
Pois os mal fazejos nem sonham o que é
A dor de um pobre coração.
QUICO
Desde a perfumância do teu ser.
À alegria de criança,conheço bem.
Teu amor e alegria de viver...
Eu já velhinho nunca me cansarei.
De sobre ti escrever.
Palavras banais e de responsabilidade também
Tu já ouviste deste ser.
Que para sempre,como avô te ade amar e querer.
Luz dos meus olhos,onde eu pouso meu coração.
Vejo-te a brincar.
Com o pescoço dobrado para mim a olhar.
Como quem diz:
-Gostastis?
Simplicidade,pura ingenuidade de uma criança
Que não se preocupa com a idade.
Perto era longe ...
Hoje que distância!!
Tanta fronteira e eu sem te ver.
Sentindo a amarga e dura recordação.
Que de negro pinta meu coração.
Irei ao teu encontro de mãos a abanar.
Mas meu Quiquinhote,te garanto que te irei abraçar.
Espera avó pois a ti também abraçarei.
É a mulher,que amo e sempre amarei.
À alegria de criança,conheço bem.
Teu amor e alegria de viver...
Eu já velhinho nunca me cansarei.
De sobre ti escrever.
Palavras banais e de responsabilidade também
Tu já ouviste deste ser.
Que para sempre,como avô te ade amar e querer.
Luz dos meus olhos,onde eu pouso meu coração.
Vejo-te a brincar.
Com o pescoço dobrado para mim a olhar.
Como quem diz:
-Gostastis?
Simplicidade,pura ingenuidade de uma criança
Que não se preocupa com a idade.
Perto era longe ...
Hoje que distância!!
Tanta fronteira e eu sem te ver.
Sentindo a amarga e dura recordação.
Que de negro pinta meu coração.
Irei ao teu encontro de mãos a abanar.
Mas meu Quiquinhote,te garanto que te irei abraçar.
Espera avó pois a ti também abraçarei.
É a mulher,que amo e sempre amarei.
UVA DOCE VINHO AMARGO
À vinhas de boas castas,frutos doces e apetitosos.
Mas quando transformado em vinho.
Torna-se agre e por muitos ,mal amado.
Assim foi o vinho que eu cultivei.
Confiando nas cepas, logo me enganei.
Pensava ter escolhido,as uvas mais doces .
Para que o vinho saí-se doce e puro.
Tal foi a casta que escolhi, que só trouxe arrependimento e amargura.
Inteligências me disseram :
-Corta as cepas,rasga a terra e planta o teu ser.
Verás mais tarde,que a tua alegria irá renascer .
Assim fiquei,sem nada dizer perante alguém.
Que me deu este parecer...
Mas quando transformado em vinho.
Torna-se agre e por muitos ,mal amado.
Assim foi o vinho que eu cultivei.
Confiando nas cepas, logo me enganei.
Pensava ter escolhido,as uvas mais doces .
Para que o vinho saí-se doce e puro.
Tal foi a casta que escolhi, que só trouxe arrependimento e amargura.
Inteligências me disseram :
-Corta as cepas,rasga a terra e planta o teu ser.
Verás mais tarde,que a tua alegria irá renascer .
Assim fiquei,sem nada dizer perante alguém.
Que me deu este parecer...
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
PÉROLAS...
Uma família conheci...
Oscar e Sofia.
Tudo aconteceu num entardecer de alergia.
A seguir duas filhas.
Pérolas do hoje e de amanha.
Crianças com sentimento e alento.
Seus nomes Sara e Telma.
Que performancia e encaixe nos seus progenitores.
Gente humilde , mas de bem.
Assim é esta família .
Amiga do amigo.
Pois sabe amar...
Vos garanto que é gente pura.
Amai-os com ternura.
Amai-os como eu...
Não vos ireis arrepender vos garanto eu. .
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ASSIM EU CAMINHO
Cantando , dançando cá estou eu.
Alma triste , coração cheio de alegria.
Diz-me tu que sentimento é o meu.
A certeza de amar, o espírito vazio.
Que dia este, onde o sentimento
abunda no sentido de partir
e no sentido de ficar.
Se partir minha mãe me vai
abraçar , mas se ficar este ser
para sempre vai amar.
Pena eu tenho de ser amado e amar.
Hoje subi roseiras de grandes espinhos.
Sinto minhas maus rasgadas
e minha mente cansada.
Obrigada a quem me ama
a razão de aqui estar.
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terça-feira, 23 de julho de 2013
Sempre a correr
Mais uma partida.
-Que caminho
nublado.
Á medida que se
aproxima o teu destino...
Os relâmpagos, começam no meu coração!
Que escuridão
tão cerrada...
Que porta, tão
negra eu já vejo.
Onde vais
entrar.
Sem ter a
certeza, de quando volto para te buscar.
Que roseira, brava eu irei buscar?
Vida
sem cor.
Quantas
vezes já pintei...
Mas basta
orvalhar.
E lá se
vai, quanto eu gostava de te desfolhar.
Sem folhas.
E de caule
murcho, mas com um pouco de sol, renascerias radiante.
Que calor!!...
Sentiria no meu coração...
Sentiria no meu coração...
sábado, 18 de maio de 2013
AMIGA AMPARO
Amparo, nome lindo.
Igual ao de minha mãe.
Amiga e conselheira.
Como seu marido,
Fonseca também.
Conselhos de ambos ouvi…
Hoje reconheço, que eram palavras de irmão.
Um dia vou-vos abraçar.
Para que, nos vossos olhos possa dizer.
Amo-vos e continuarei a amar.
Amparo, Amparo e Fonseca também.
A distancia e o recordar, das vossas palavras.
Fizestes com que vos amace, como minha mãe.
Obrigados por de mim gostarem.
Sinto no meu coração, que sempre vos vou amar.
Como amei, minha mãe também.
MINHA ANDORINHA
Morreu, a mais linda andorinha.
Andorinha carinhosa.
Consigo levou, a minha alegria.
Assim era, minha mãezinha.
Mesmo, pobrezinha dava.
Do pouco que tinha.
A quem mais precisava.
Ainda me lembro.
Quando entrava em casa e via seu sorriso.
Hoje no espelho vejo, o que deixas-te!
Como herança, mas que tu amas-te também.
Hoje é Natal, tenho para a minha andorinha.
Um presente guardado.
Mas não sei para onde o mandar.
Mas uma rosa, vou plantar na tua campa.
Andorinha minha vida.
Pois quando partiste.
Vestes negras levaste e véu branco.
Assim tu pediste ir vestida.
Quando este mundo deixas-te.
Ser nobre é valorizarmos.
Aquilo que vemos ao espelho.
Sem joias e nus…
Pois só assim, entendemos o valor de uma mãe!!
ASA...
Se
todos temos, uma asa.
Voltada
para dentro.
No
sentido de voar.
Porque
razão?
Pegamos numa chávena.
De asa virada para fora?
Hoje
faço anos dizes tu …
Beijos
de mãe (se tiveres)…
Abraço,
de amigo.
Parabéns, todos te cantam.
Com
respeito e amizade.
No sentido de no próximo ano.
De
novo te encontrar.
sábado, 11 de maio de 2013
SEM SENTIDO...
Tantas vezes me apetece escrever!
Sem nada para
dizer.
Já ouvi tanto, que me sinto cansado.
Sem rumo, aqui vou eu.
Sem sentido, nem amor.
Dizeis vós: quem é este estupor?
Sem relacionamento, mas com sentimento.
Que fazer?
Melhor seria, que a morte o viesse colher…
Mas, para mal dos vossos pecados.
Há-de ficar e assim até amar.
Pobre da amada, não o vai considerar.
Entender, até amar e chorar, até morrer.
Assim é a vida do vosso poeta.
Que um dia, vai morrer de pé.
Não torce, mesmo que lhe batam o pé…
quinta-feira, 9 de maio de 2013
A PESQUISADORA
Já
alguém me perguntou, porque razão?
Em
tantos poemas.
E
eu como pesquisadora, nunca encontrei.
Um
poema com o mesmo título?
Respondi,
tão simples como isto.
Não
dou títulos, mas nome àquilo que escrevo.
Cada
um, para mim tem um sentimento, ou uma razão.
Aí
existe o título assim quem me segue, não tem confusão.
Só
que na alma do poeta.
Nunca
aconteceu, nem vai acontecer.
Porque
dou nome ao que escrevo.
No
sentido que sinto, com raiva ou amor.
Assim
eu sou, dito por ti.
Que
no intimo, nunca errou ou copiou.
NYKOLLE ANIVERSARIANTE
Tudo
tenho, obrigado pai, mãe e irmão.
Não
sei se nasci no tempo certo…
Mas
certo é, que me amais.
E
eu amar-vos-ei, para o resto da minha vida.
Com
o mesmo amor.
Que para mim, fizestes esta festa pequena.
Mas
para mim colorida.
Nykolle,
Nykolle…
Pai,
mãe, tantas vezes por mim chamais…
Mas
sabendo, do vosso amor por mim.
Faço
ouvidos moucos.
Porque
o meu amor por vós.
É
puro e não louco.
Não
é de ouvido surdo e perdido.
Mas
a razão do meu amor por vós.
Ser
muito colorido.
MINHA MÃE
Pobrezinha,
como uma andorinha.
Dava
tudo, sem ficar com nada.
Entrava
em tua casa, sem que nada tivesses.
Alguma coisa deixava.
(De
comer e alegria).
Como
quem sonha, uma mãe ser um dia.
Papoilas,
túlipas e flores já foram plantadas.
Mas
o teu amor, teu carinho.
Nunca ninguém o plantou.
A
pureza e a beleza natural.
Sai
do ventre, de uma mãe.
Que
tanto amor a seus filhos dedicou.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
NEGRA MINHA CHANEL
O lhos melancólicos, sem energia.
Assim está esta cadelinha.
Ser vivo como eu, como tu.
Sentimento terno, sem que nada pense.
Porquê?
Tanto sofre, esta cadelinha.
Que Deus é o vosso!
Que até uma cadela abandona.
Esquecendo o sentimento da sua dona.
Que raiva eu tenho.
De quem não dá a mão, a quem precisa.
Sem amor, não se consegue ajudar alguém.
Com razão, por mim dito.
Pois não tiveste respeito.
Por o ser acima dito.
sábado, 20 de abril de 2013
HOMENS DO POVO...
Homens do povo…
O poeta no meio, sem receio.
Gente de gabarito, sem leira nem beira.
Assim são, os amigos do poeta.
Sem que nada peçam, estão servidos!
Pobre, dos que pedem e nada têm!
Recebem sorrisos, de desprezo e desdém.
Talvez, nunca tivessem sido, alguém…
Ou mesmo, por desconhecimento de alguém.
Tendo sido, não passou por alguém!
A proeza, de ter sido fica a cultura.
No seu intimo e dos outros um dia também…
sexta-feira, 19 de abril de 2013
É TEU DIA...
É teu dia, minha mãe.
Mãe santa, que saudade…
Mãe, quero a tua voz, a tua imagem.
Dia triste para mim.
Talvez dia feliz para ti.
Mãe, mãe porque te abandonei?
Porque me abandonas?
Estas no céu, eu sei.
Vem a mim minha mãe.
Que saudade eu sinto, do teu rosto.
Do abraço, terno que davas.
A, este singelo menino.
Quanto mal, eu te fiz tu sempre perdoando.
Era o Zezinho do
teu coração…
Mãe, mãe vem a mim, sê franca e mostra-te.
Continua, a falar com o teu filho, com amor e carinho.
Como, uma ovelha encosta, ao seu ventre.
O seu querido
filhinho.
quinta-feira, 18 de abril de 2013
ILUSÃO...
Que tristeza eu sinto, do oportunismo.
Pensais que estou só...
Mas na verdade eu vos digo
Com dignidade e amizade:
- Não estou só, nada tenho...
Mas mesmo assim, amo um ser.
Ana é seu nome.
Não de transparecer, mas com atitudes!
Honesta e de gabarito.
Quem pensa, em conquistar o poeta.
Que se esqueça...
São mentes, sem letra, nem cabeça.
Acordai...!
Para que a ilusão, passe...
terça-feira, 16 de abril de 2013
AUSÊNCIA
A
ausência, também a mim me faz mal.
Habituamo-nos
a seres e lugares.
Mas
quando por prazer.
Tudo
é fácil até se goza.
Com
os sentimentos, dos outros seres.
Senti-me
obrigado, a esclarecer a minha ausência.
Mas
não o pude fazer.
Perguntas
tu porquê?
Eu
te respondo:
-Sacrificado
pelo mal, meu corpo foi.
Para
mim, longo tempo, para vós trinta dias.
Já
voltei e consigo ver aquele caminho.
Que
ao acordar, revivi com carinho.
Caminho de durar.
Pois
já deixei a medicação.
Tudo
por uma simples operação.
Onde
o meu corpo não foi rasgado, mas estimado.
Já
vivo, já sou eu.
Pena, eu tenho ter sido abandonado.
Por quem vivi e até amei quando conheci.
Mas
como vedes já estou aqui.
CHEGUEI...
A esta terra vim parar.
Por algum motivo, teve que ser!
Mas um dia em conversa…
Um velho me disse:
-O propósito da tua vinda é:
- Nascer, crescer, morrer.
É deixar alguém por amar..!
Mas no céu, um dia hás-de.
Abraçar e amar…
domingo, 14 de abril de 2013
AO POETA
No
dia em que o conheci.
E
sem nada, a seu respeito saber.
Gostei,
de o conhecer.
Quem
será este homem?
Que para mim, está a falar?
Acho que algo, me vai ensinar.
Não
errei!
Pois,
é homem de sabedoria.
E
de bastante conhecer.
Sua
alcunha, mais certa não podia ser.
(POETA)
pois significa, homem amigo.E de muito saber.
E eu, feliz de seu amigo poder ser.
Com carinho ao meu amigo
(José Augusto Ribeiro)
Autor: Miguel Pólvora
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